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outubro 12th, 2013

Bom Dia das Crianças

monstro_dia_crianças

 

 

Conhecem o mentirinhas.com, não !!! Passe lá

outubro 4th, 2013

O Monstro, Fábio Coala

A temos sigo este menino do mentirinhas.com.br toda manha.

Sabe aquelas pessoas que gostamos do nada, que parece que já conhecemos a muito tempo. Tenho um carinho por ele todo especial. Gosto dele como fosse um filho, um sobrinho, um grande amigo que não vejo a tempos.

Já coloquei aqui algumas tirinhas dele. Ele é de uma sensibilidade sem igual. Volta e meio perturbo ele no Facebook mandando mensagens e sempre dando o seu bom dia matinal.

Queria fazer este post mas me faltavam palavras, só que hoje vi um texto falando sobre o mesmo e pensei … é isso que acho, era isso que gostaria de ter falado. Sem inveja nenhuma mas feliz por ter gente pensando igual a mim.

Vou colocar aqui o texto e vejam o que eu falo e se possível visitem e veja que trabalho maravilhoso este menino faz .

 

28-09-2013

 

Eu participei com orgulho do Graphic Novel,  e este foi o meu kit que chegou mês passado…

 

monstro coala

 

http://mentirinhas.com.br/c/o-monstro/

O Monstro, Fábio Coala

@sylviatamie

“Sim, sou um monstro. Nasci roxo, com rabo, asas, um narigão rosa e olhos coloridos. Mas e você, qual é a sua desculpa?”

Há muitos anos, eu fazia um curso à noite numa cidade vizinha, e meu pai me buscava na saída. Voltávamos para casa por um caminho que passava no meio de uma favela. Certa noite de calor, protegida pelo ar-condicionado do carro do meu pai, eu vi através do vidro fechado uma moça. Ela estava sentada debaixo de um viaduto que fica bem no meio dessa favela. Foi tudo muito rápido, mas me lembro que ela estava abraçando a si mesma, balançando o corpo para frente e para trás com uma expressão angustiada e parecia chorar. Tenho a impressão de que as roupas dela estavam rasgadas, mas não tenho certeza. Como disse, foi tudo muito rápido, porque quando gritei assustada para o meu pai dizendo que tinha uma moça ali, que talvez precisasse de socorro, ele disse que devia ser alguma espécie de golpe, que era perigoso, e acelerou.

Às vezes, essa imagem retorna à minha mente, e me pergunto o que teria acontecido àquela moça. E lamento não ter podido ser a pessoa que faria a diferença na história dela. Infelizmente, meus pais não me ensinaram o valor da compaixão. Mas ela pode ser aprendida em outros lugares. À beira de todas as estradas do mundo, todos os dias, o Monstro está presente. E foi acompanhando as suas histórias, no blog de Fábio Coala (mentirinhas.com.br), que eu descobri que ele aparece quando menos se espera e quando mais se precisa. Não se sabe da sua origem, só se sabe que ele passa de mão em mão, de criança a criança, em momentos decisivos em que elas precisam de força e coragem para continuar lutando. Confesso que às vezes acho injusto que ele só se apresente a crianças – mas, de alguma forma, todos somos crianças, e portanto a sua aparição nunca está descartada. Junto ao Monstro só não há espaço para a dependência e o apego, e assim que sua missão se vê cumprida ele segue adiante, pronto para ajudar outras pessoas. Com frequência, é a própria criança que usufrui de sua companhia quem escolhe o próximo responsável pela pelúcia roxa, e além dos valores da coragem e da fé ela aprende mais uma lição, de compaixão e desapego.

Depois de anos contando episódios da sua intercessão nas tirinhas, Fábio Coala decidiu mostrar, em detalhes, como o Monstro age. E, para tanto, resolveu que cada um dos leitores também poderia ter o seu dia de Monstro, ajudando outra pessoa a realizar um sonho, e por isso ele escolheu uma plataforma de crowdfounding para obter o financiamento desta Graphic Novel que, no final de setembro, chegou levada pelas asinhas minúsculas do personagem à casa de cada um de seus financiadores. (A surpresa geral, quando a meta foi atingida na mesma semana em que o projeto foi lançado, se não me engano um recorde mundial, podia ser assunto de muitas páginas. Mas o próprio Coala já se manifestou a respeito.)

O trabalho de Fábio Coala, é preciso que se diga, é enganoso. Sob a aparência inocente de traços redondos e cores simpáticas, que lembram muito as tirinhas de Maurício de Sousa – referência inevitável para os cartunistas do país – ele trata de temas pesados e joga na cara dos leitores verdades dolorosas. Da responsabilidade de cada um dos cidadãos no cenário político brasileiro à violência doméstica, mas principalmente a forma com que cada um de nós trata o seu semelhante, nada escapa ao olhar crítico do desenhista. Os temas da Graphic Novel são fortes. As crianças junto às quais o Monstro intervém passam por situações de abandono, rejeição, agressão e pedofilia. Ao mergulhar no universo sombrio dessas histórias e não se deixar enganar pelo mito da infância feliz, Fábio Coala adota uma estética diferente das tirinhas publicadas on-line. Mais ou menos restrito à estrutura mais rígida dos quadrinhos – fez falta o uso inteligente que ele faz do correr da página da internet, em que o leitor acompanha o correr da página enquanto escrola (http://mentirinhas.com.br/a-torre-do-castelo/#more-6312) – a Graphic Novel é praticamente toda em preto-e-branco, com exceção dos momentos luminosos em que os olhos verde e azul do Monstro (seria ele realmente o protagonista?) se deixam ver.

Alguns cenários são sombrios – orfanato, um cemitério, hospital, um hospital psiquiátrico – e episódios-chave se passam à noite, escurecendo ainda mais o ambiente. Muitas cenas também são desenhadas pela perspectiva infantil, vistas de baixo pra cima, amplificando o que há nelas de mais terrível. São raros os momentos de alívio cômico, em que costumam surgir os traços textuais característicos do autor – um discurso que começa com “não vou falar” e de alguma forma vai parar em “é por isso que eu não gosto de bolo de banana”, interjeições justapostas como “Crendeuspai!”, construções como “lagostas mutantes chupadoras de sangue”, “Uma das poucas coisas que sei sobre as mulheres é que nenhuma quer ter os cabelos igual a um ninho de cegonha”… (O Monstro entende de muitas coisas, mas parece que a natureza feminina seria exigir demais.)

Desde que conheci o Monstro, não deixo de me questionar sobre a sua aparência: Não seria muito mais fácil transmitir a mensagem de conforto a crianças em momentos de crise com um ursinho cor-de-rosa ou um bonequinho de supererói? Afinal, por que um monstro? Por que roxo? Por que asinhas minúsculas, por que a heterocromia? Construído no equilíbrio delicado entre a abominabilidade e a doçura, o Monstro é um reflexo claro do nosso próprio sentimento de inadequação e projeção do nosso estar-no-mundo, da solidão característica dos momentos difíceis. Com ele, Fábio Coala compõe um conto de fadas no sentido original da palavra, com crianças perdidas na floresta que encontram um ser tão assustador quanto mágico, que oferece ajuda mas nunca soluções fáceis.

Era de se esperar que, para o livro, Fábio Coala criasse para o Monstro alguma nêmesis, ou mesmo usasse para o papel alguma personagem do blog – a Segunda-feira faz uma aparição incontornável, mas tímida. Talvez a ideia seja de que os seus inimigos não estão visíveis, mas se encontram dentro de cada um. E que, como descobrirá o motorista do primeiro quadrinho ao final da história, a cada um de nós é dada a oportunidade de ser o Monstro para alguém, em algum momento. A mesma personagem pode ser a Segunda-feira de um e o Monstro de outro. Sei que não tenho desculpa por ter deixado de ajudar aquela moça, e tantas outras pessoas que já passaram pelo meu caminho, mas eu estava ocupada demais comigo mesma para perceber. Além dessa dúvida, outra me incomoda desde o início da Graphic Novel. Por que o Monstro só come brócolis?

 

@sylviatamie

http://oquediriabandeira.wordpress.com/2013/10/04/o-monstro-fabio-coala/

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