Cantinho Mistico, Religiosas - Mensagens

Santa Cristina – 24 de Julho

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A arqueologia não serve apenas para descobrir os dinossauros enterrados pelo mundo. Ela também pode confirmar a existência dos santos mártires que marcaram sua trajetória na história pela fé em Deus. Foi o que aconteceu com Santa Cristina, que teve sua tradição comprovada somente no século XIX, com as descobertas científicas desses pesquisadores.

Segundo os mosaicos descobertos na Igreja de Santo Apolinário, em Ravena, construída no século VI, Cristina era realmente uma das virgens cristãs mártires das antigas perseguições. E portanto, já naquele século, venerada como santa, como se pôde observar pela descoberta de sua sepultura, que também possibilitou o aparecimento de um cemitério subterrâneo, que estava oculto ao lado.

A arte também compareceu para corroborar seu testemunho através dos tempos. O martírio da jovem virgem Cristina foi representado pelas mãos de famosos pintores, como João Della Robbias, Lucas Signorelli, Paulo Veronese e Lucas Cranach, entre outros. Além dos textos escritos em latim e grego que relatam seu suplício e morte, que só discordam quanto à cidade de sua origem.

Cristina foi torturada terrivelmente e depois lançada numa cela, onde três anjos celestes limparam e curaram as suas feridas. Como solução final, o governante pagão mandou que lhe amarrassem uma pedra ao pescoço e a jogassem num lago. Novamente anjos intervieram: sustentaram a pedra que ficou boiando na superfície da água e levaram a jovem até a margem do lago.

As torturas continuaram: Cristina foi novamente flagelada, depois amarrada a uma grade de ferro quente e colocada numa fornalha superaquecida, mordida por cobras venenosas e teve os seios cortados, antes de finalmente ser morta com duas lanças transpassando seu corpo.

Os registros gregos mostram como sua terra natal Tiro, enquanto os latinos citam Bolsena, na Toscana, Itália. Esses relatos do antigo povo cristão contam que o pai de Cristina, Urbano, era pagão e um oficial do Império Romano, que, ao saber da conversão da filha e obrigá-la a renunciar ao cristianismo, trancou-a numa torre na companhia de 12 servas pagãs. Para mostrar que não abdicava da fé em Cristo, Cristina despedaçou as estátuas dos deuses pagãos existentes na torre e jogou, janela abaixo, as joias que as adornavam, para que os pobres pudessem pegá-las. Quando tomou conhecimento do feito, Urbano mandou chicoteá-la e prendê-la num cárcere. Nem assim conseguiu a rendição da filha, por isso a entregou aos juízes.

Cristina foi torturada terrivelmente e depois jogada numa cela, onde três anjos celestes limparam e curaram suas feridas. Como solução final, o governante pagão mandou que lhe amarrassem uma pedra ao pescoço e a jogassem num lago. Novamente, anjos intervieram: sustentaram a pedra, que ficou boiando na superfície da água, e levaram a jovem até a margem do lago.

As torturas continuaram, mesmo depois de seu pai ser castigado por Deus e morrer de forma terrível. Cristina ainda foi novamente flagelada, depois amarrada a uma grade de ferro quente e colocada numa fornalha superaquecida, mordida por cobras venenosas e teve os seios cortados, antes de ser morta com duas lanças transpassando seu corpo virgem. Assim o seu martírio foi divulgado pelo povo cristão desde o ano 287.

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Mães …

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Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.

Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?

O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.

Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.

Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.

Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.

Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.

Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.

Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.

O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.

Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.

De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.

Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.

Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.

Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.

Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.

Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.

Uma mulher. Uma mãe.

* * *

Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.

Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.

Redação do Momento Espírita.
Disponível no cd Momento Espírita, v. 5 e no livro Momento Espírita v. 1, ed. Fep.
Em 19.10.2011.

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Tradições !!!

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O que é Tradição:

Tradição é uma palavra com origem no termo em latim traditio, que significa “entregar” ou “passar adiante”. A tradição é a transmissão de costumes, comportamentos, memórias, rumores, crenças, lendas, para pessoas de uma comunidade, sendo que os elementos transmitidos passam a fazer parte da cultura.

Para que algo se estabeleça como tradição, é necessário bastante tempo, para que o hábito seja criado. Diferentes culturas e mesmo diferentes famílias possuem tradições distintas. Algumas celebrações e festas (religiosas ou não) fazem parte da tradição de uma sociedade. Muitas vezes certos indivíduos seguem uma determinada tradição sem sequer pensarem no verdadeiro significado da tradição em questão.

No âmbito da etnografia, a tradição revela um conjunto de costumes, crenças, práticas, doutrinas, leis, que são transmitidos de geração em geração e que permitem a continuidade de uma cultura ou de um sistema social.

No contexto do Direito, tradição consiste na entrega real de uma coisa para efeitos da transmissão contratual da sua propriedade ou da sua posse entre pessoas vivas. A situação jurídica resulta de uma situação de fato: a entrega. Entretanto, a tradição poderá não ser material, mas apenas simbólica.

 

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Uma coisa que não entendo e nunca vou entender é tradição de maldade. Será que em nenhum momento alguem não pensou que era maldade se fazer isso. Que teria uma vida em sofrimento para o prazer daquela tradição. AI, me falam assim :”Poxa mas isso já se faz a milhares de anos!!” Me revolto mais ainda. Neste tempo todo não teve uma santa alma para ver que isso era sofrimento ???

Tem a tradição de entupir o ganso de comida para fazer o tal patê fresco para rico comer que também é outra tortura.
No Nepal pegam uma cabra e jogam num lago e quem pegá-la e matá-la vai ter sorte durante o ano. [Quem vai ter sorte tirando a vida de um ser vivo não tem coração !!!]
Na Espanha pegam o coitado do touro e lançam aquelas flechas no bicho até a sua morte, isso acontece desde os tempos medievais … Adoro quando os seres “Humanos” tomam chifradas !!!
No Brasil mesmo uma vez ouvi dizer que tem uma tradição de ir cortando as patas do boi vivo enquanto ele corre atrás dos humanos. Ouvi dizer que esta “tradição” acabou… Graças a Deus.

 

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Hoje me enviaram uma petição sobre os cachorros da China. Muitos não sabem que é tradição deles comerem cachorro e até gatos. Não entro no âmbito da questão até porque comemos bois, cabritos e outras bichos. E todos são seres vivos. Agora que me revolta é a tal tradição de torturar o bicho antes de comer. Não podia só matar sem deixar o bicho sofrer.

Eles pegam os cachorros, as vezes gatos [são mortos 10.000 animais] Tiram a pele do animal ainda vivos e jogam os mesmos em água fervendo para morrerem. E agora estão roubando os cães de estimação para comerem !!

https://www.change.org/p/this-is-no-festival-so-lets-put-an-end-to-this-madness?recruiter=88042815&utm_source=share_petition&utm_medium=facebook&utm_campaign=share_facebook_responsive&utm_term=des-lg-share_petition-no_msg&fb_ref=Default

Juro que queria entender o que estas criaturas tem no coração, na alma !!! Como podem ser tão cruéis de acharem isso normal ??? Que Deus é este que muitos fazem estas barbáries e acham que são certas. Digo Deus em geral, cada um com seu nome. Cada Deus de sua religião. Pelo menos o meu Deus não aceita estas coisas e como também eu não aceito. Se meu Deus gostasse destas coisas com certeza não seria meu Deus…

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São Bento de Nórcia – 11 de Julho

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São Bento de Núrsia, nascido Benedito da Nórcia (em italiano: Benedetto de Norcia; em latim: Benedictus; Nórcia, Reino Ostrogótico, c. 480 — Abadia do Monte Cassino, c. 547) foi um monge, fundador da Ordem dos Beneditinos, uma das maiores ordens monásticas do mundo. Foi o criador da Regra de São Bento, um dos mais importantes e utilizados regulamentos de vida monástica, inspiração de muitas outras comunidades religiosas. Era irmão gêmeo de Santa Escolástica. Foi designado patrono da Europa pelo Papa Paulo VI em 1964 , sendo também patrono da Alemanha. É venerado não apenas por católicos, como também por ortodoxos. Foi o fundador da Abadia do Monte Cassino, na Itália,destruída durante a Segunda Guerra Mundial e posteriormente restaurada. É comemorado no calendário católico a 11 de Julho, data em que suas relíquias foram trasladadas para a Abadia de Saint-Benoît-sur-Loire.

A fonte de todos os acontecimentos da vida de São Bento são os Diálogos de São Gregório Magno, redigidos por volta de 593, que se baseou em fatos narrados por monges que conheceram pessoalmente São Bento.

Segundo São Gregório, São Bento foi filho de um nobre romano, tendo realizado os primeiros estudos na região de Núrsia (próximo à cidade italiana de Espoleto). Mais tarde, foi enviado a Roma para estudar retórica e filosofia, mas, tendo se decepcionado com a decadência moral da cidade, abandona logo a capital e se retira para Enfide (atual Affile),no ano 500. Ajudado por um abade da região chamado Romano, instalou-se em uma gruta de difícil acesso, a fim de viver como eremita. Depois de três anos nesse lugar, dedicando-se à oração e ao sacrifício, foi descoberto por alguns pastores, que divulgaram a fama de santidade. A partir de então, foi visitado constantemente por pessoas que buscavam conselhos e direção espiritual.3

É então eleito abade de um mosteiro em Vicovaro, no norte da Itália. Por causa do regime de vida exigente, os monges tentaram envenená-lo, mas, no momento em que dava a bênção sobre o alimento,saiu da taça que continha o vinho envenenado uma serpente e o cálice se fez em pedaços. Com isso, São Bento resolve deixar a comunidade e retornando à vida solitária, vivendo consigo mesmo: habitare secum.

Em 503 recebe grande quantidade de discípulos e funda doze pequenos mosteiros. Em 529, por causa da inveja do sacerdote Florêncio, tem de se mudar para Monte Cassino, onde funda o mosteiro que viria a ser o fundamento da expansão da Ordem Beneditina. É nesse episódio que Florêncio lhe envia de presente um pão envenenado, mas Bento dá o pão a um corvo que todos os dias vinha comer de suas mãos e ordena à ave que o leve para longe, onde não pudesse ser encontrado. Durante a saída de Bento para Monte Cassino, Florêncio, sentindo-se vitorioso, saiu ao terraço de sua casa para ver a partida do monge. Entretanto, o terraço ruiu e Florêncio morreu. Um dos discípulos de Bento, Mauro, foi pedir ao mestre que retornasse, pois o inimigo havia morrido, mas Bento chorou pela morte de seu inimigo e também pela alegria de seu discípulo, a quem impôs uma penitência por regozijar-se pela morte do sacerdote.

 

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Em 534 começa a escrever a Regula Monasteriorum (Regra dos Mosteiros). Morre em 21 de março de 547, tendo antes anunciado a alguns monges que iria morrer e seis dias antes mandado abrir sua sepultura. Sua irmã gêmea Escolástica havia falecido em 10 de fevereiro do mesmo ano.

As representações de São Bento geralmente mostram, junto com o santo, o livro da Regra, um cálice quebrado e um corvo com um pão na boca, em memória ao pão envenenado que recebeu do sacerdote invejoso.

As relíquias de São Bento estão conservadas na cripta da Abadia de Saint-Benoît-sur-Loire (Fleury), próximo a Orleáns e Germigny-des-Prés, no centro da França.

De acordo com a tradição, São Bento de Núrsia foi santificado por ter vencido duas ciladas armadas pelo Diabo, nas quais lhe é oferecido um cálice de vinho envenenado e um pedaço de pão, também envenenado.

Além disso, em inúmeras vezes fora tentado efetivamente pelo Inimigo, além de ser ofendido e insultado de tal maneira que os irmãos de hábito que estavam ao seu redor podiam escutar as ofensas que ele recebia.

O Santo Varão, como também é chamado, vencia o Tentador utilizando-se do sinal da cruz e da oração contida na Cruz Medalha que fora esculpida nas paredes de um mosteiro.

 

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A Cruz-Medalha de São Bento

A origem da Cruz-Medalha de São Bento é incerta, sabe-se que ela foi redescoberta em 1647, em Nattremberg, na Baviera, por ocasião da condenação de algumas bruxas, que afirmaram não conseguir praticar qualquer tipo de feitiçaria ou encanto contra lugares em que houvesse a imagem da Cruz, em especial, a abadia de São Miguel em Metten. Intrigados com o fato, as autoridades foram averiguar o que existia no mosteiro. Ao entrarem em uma das dependências, observaram entalhadas nas paredes imagens da cruz tal como estão representadas nas Medalhas utilizadas hoje. Na biblioteca dessa mesma abadia, encontraram um manuscrito do ano de 1415, o qual continha, além de textos, ilustrações, sendo uma delas a de São Bento, com uma cruz e uma flâmula, com os versos da medalha: Crux sacra sit mihi lux, non draco sit mihi dux. Vade retro satana, nunquam suade mihi vana. Sunt mala quae libas, ipse venena bibas”. Por esse motivo, estima-se que a origem da imagem da medalha situa-se no século XV.

A medalha, com algumas variações, possui na frente a imagem de São Bento, vestindo o traje monástico – chamado cógula – trazendo na mão direita uma cruz e na mão esquerda uma flâmula ou livro aberto, que representa a Regra. No verso, há uma imagem da cruz. Ambas as faces trazem inscrições em latim, seja apenas letras ou em palavras, a saber:

Na frente da medalha:
“Ejus in obitu nostro praesentia muniamur” = Sejamos protegidos pela sua presença na hora de nossa morte.
No verso:
C S P B: Crux Sancti Patris Benedicti – Cruz Sagrada do Padre Bento
C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux – A Cruz Sagrada seja minha Luz
N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – Não seja o dragão meu guia
V R S: Vade retro, satana! – Para trás, Satanás!
N S M V: Nunquam Suade Mihi Vana – Nunca seduzas minha alma
S M Q L: Sunt Mala Quae Libas – São coisas más as que brindas
I V B: Ipse Venena Bibas – Bebas do mesmo veneno
Essa oração, acrescida da jaculatória “Rogai por nós bem aventurado São Bento, para que sejamos dignos das promessas de Cristo”, se tornou uma fórmula de oração a São Bento.

Em 1742, o Papa Bento XIV aprovou a medalha, concedendo indulgências a quem a usar e estabelecendo a oração do verso da medalha como uma forma de exorcismo, que se tornou conhecida como Vade retro Satana. Atualmente, uma forma comum da medalha é a que vemos nessas ilustrações, conhecida como Medalha do Jubileu, pois foi cunhada em 1880 por ocasião do XIV Centenário do nascimento de São Bento, pelos monges de Beuron para a abadia de Monte Cassino. Essa medalha acrescenta a palavra pax – paz – no alto da cruz e aos pés de São Bento os dizeres Ex S.M. Casino MDCCCLXXX – Do Santo Monte Casino – 1880.

 

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A Missão dos Pais NÃO é Fazer Filhos Felizes

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Dois dos maiores erros da educação de filhos na atualidade é, primeiro, transmitir a ideia de que felicidade é um direito, e, segundo, que a função dos pais é facilitar o caminho dos filhos para serem felizes, algo muito arriscado para boa parte dos jovens da atualidade.

Você pode desejar a felicidade dos seus filhos, mas nos seus planos não transmita a eles a ideia de que a tarefa pertence aos pais. Felicidade é algo pessoal, intransferível e é uma conquista. Sim, uma conquista que exige esforço, trilha individual e persistência nas conquistas dos recursos íntimos e externos para alcança-la.

Oferecer a seu filho as melhores condições sociais, religiosas, materiais e intelectuais não é nenhuma garantia de felicidade. São apenas condições que podem ou não serem usadas pelos filhos para que construam, eles próprios, o melhor para suas vidas.

Cada filho é uma alma, com uma necessidade especifica e com um mapa de evolução pessoal. Um projeto de vida único e inviolável. Discernir o melhor para cada filho é um desafio. Por essa razão, você que é pai, mãe ou educador comece a pensar que seus planos não garantem felicidade e que, a qualquer momento da caminhada com seus filhos, é apropriado repensar posturas, anseios e expectativas. Do contrário, você corre um enorme risco de cair na frustração e na culpa, principais sentimentos que os genitores sentem ao verificar que seu filho não se encontra bem.

A tarefa dos pais não constitui em moldar seus filhos para aquilo que você acredita que vai fazê-los feliz. Muitas vezes esses critérios servem para você e não para eles.

Temos hoje uma geração de pais que passaram todo tipo de dificuldade e não querem que seus filhos se frustrem. Isso é um equívoco. Frustração é fundamental.

Se você pode facilitar a vida de seu filho de alguma forma faça isso, mas acompanhe o nível de responsabilidade dele com o que você oferece. Se isso não está sendo bem usado, coloque limite ou penalize com a retirada dessa facilidade.

Não é tarefa dos pais construir a realização de seus filhos. Aliás isso não existe nas leis divinas. Isso é mais uma das ilusões sobre amor. Só podemos trabalhar com liberdade total pela nossa própria felicidade. E quanto à dos outros apenas podemos contribuir, incentivar e orientar. Você como pai e mãe pode colaborar com educação, apoio e luz para que eles construam essa tão almejada meta em suas vidas com esforço próprio. Apenas colaborar. Essa é sua missão.

Felicidade é algo intransferível e particular, repito. É uma questão de merecimento individual e os pais não podem, absolutamente, serem tão onipotentes ao ponto de supor que um filho infeliz ou feliz tenha uma relação direta e exclusiva com a forma pela qual ele foi educado. Muitos se afundam na dor e na ilusão porque tem lutas íntimas pertinentes a eles mesmos e a educação no lar, mesmo guardando certo nível de influência não pode responder 100% por tais lutas. Se seus filhos são felizes, uma pequena parte disso tem relação com a conduta dos pais. Se são filhos infelizes, da mesma forma, uma parcela limitada dessa infelicidade pode ser em função das questões inerentes ao lar.

Fala-se muito na importância da família na modelação do caráter e isso é mesmo verdade, mas não de forma tão ampla como se acredita, a tal ponto de produzir uma geração de pais que sofreram horrores por pensar “onde foi que errei”.

Até para exercer com equilíbrio e sanidade a função de pais é necessário autoamor e postura, remédios sagrados para filhos que costumam abusar do sentimento de culpa de muitos genitores, tornando-os reféns emocionais em relações de desrespeito e co-dependência. Pais que se amam não aceitam as chantagens e explorações dessa geração egoísta de filhos que nasceu de uns 25 anos para cá. Haja preparo!

Quando os pais me encaminham seus filhos-problemas para terapia, muito provavelmente vão ouvir: venham vocês primeiro, depois vamos ver o que pode ser feito pelos filhos. Quase sempre, ensinando aos pais como dizer um NÃO aos filhos, ampliam as possibilidades do amor florescer na família.

Pais felizes têm melhores chances de iluminar seus filhos e prestarem uma colaboração efetiva para que eles, por si mesmos, trabalhem pela própria felicidade.

 

Wanderley Oliveira

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Dia dos Namorados

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O Dia dos Namorados, em alguns países conhecido como Dia de São Valentim, é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, namorados e em alguns lugares até com amigos. Sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolo de coração, tais como as tradicionais caixas de bombons. Em Portugal, assim como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo António, também conhecido pela fama de “Santo Casamenteiro”.

”Dia de São Valentim cai num dia festivo de dois mártires cristãos diferentes, de nome Valentim. Mas os costumes relacionados com este dia… provavelmente vêm de uma antiga festa romana chamada Lupercalia, que se realizava todo dia 14 de fevereiro. A festa homenageava Juno, a deusa romana das mulheres e do casamento, e Pã, o deus da natureza”.

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.

O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Continuou celebrando casamentos, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte – 14 de fevereiro – também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar são Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine’s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a). Na sua forma moderna, a tradição surgiu em 1840, nos Estados Unidos, depois que Esther Howland vendeu US$ 5000 em cartões do Dia dos Namorados, uma quantia elevada na época. Desde aí, a tradição de enviar cartões continuou crescendo, e no século XX se espalhou por todo o mundo.

Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.

O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro.

A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o publicitário João Dória trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentim — que nos países do hemisfério norte ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

 

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Dois Bebes …

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No ventre de uma mulher havia dois bebes.

Um perguntou pro outro:
“Você acredita na vida após o parto?”

O outro respondeu, “Sim, claro! Tem que haver algo após o parto. Talvez estejamos aqui para nos prepararmos para o que seremos mais tarde.”
“Tolice,” disse o primeiro, “não existe vida após o parto. Que tipo de vida seria essa?”

O segundo disse, “Eu não sei, mas haverá mais luz que aqui. Talvez nós andaremos com nossas pernas e comeremos com nossas bocas.Talvez teremos outros sentidos que não entendemos agora.”

O primeiro respondeu, “Isso é um absurdo. Andar é impossível… E comer com nossas bocas? Ridículo! O cordão umbilical nos supre a nutrição e tudo que precisamos. Mas o cordão umbilical é tão curto, a vida após o parto é uma exclusão lógica.”

O segundo insistiu, “Bem, eu acho que há algo e talvez é diferente daqui. Talvez nós não precisaremos desse cordão físico mais.”

O primeiro respondeu, “Tolice, e além do mais, se há vida, porque ninguém nunca voltou de lá? O parto é o fim da vida e após o parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. O parto nos leva à lugar nenhum.”

“Bem, eu não sei,” disse o segundo, “mas certamente nós conheceremos a Mãe e Ela cuidará de nós.”

O primeiro respondeu “Mãe? Você realmente acredita em Mãe? Isso é risível. Se a Mãe existe então onde Ela está agora?”

O segundo respondeu “Ela está em todo nosso redor. Nós somos cercados por Ela, nós somos Dela, é Nela que vivemos, sem Ela esse mundo não existiria.”

O primeiro disse, “Bem, eu não vejo Ela, então é logico que Ela não existe.”

O segundo respondeu, “Às vezes, quando você estiver em silêncio e focar e realmente escutar, você poderá perceber a presença Dela e você poderá ouvir a amável voz Dela, chamando lá de cima.”

– Útmutató a Léleknek

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Homossexuais e Doação de Sangue – Visão Espírita

Health insurance or love concept

 

 

O Novo Testamento diz que “Deus é Amor”. Para nos elevar espiritualmente, é preciso praticar sempre o bem, cultivando o amor nas terras áridas do nosso interior.

Paulo afirmou com muita propriedade: “Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tamanha fé a ponto de transportar montes, se não tiver caridade (amor em ação) nada serei” (1º Co. 13:2).

O Cristo ressaltou que o óbolo da viúva foi ofertado com seu próprio sacrifício, já que sua dádiva foi retirada do seu sustento e lhe faria falta (Lucas 21:4). O Mestre reafirmou que o bem que façamos a outrem deve ser realizado em segredo, isto é, sem ostentação: “Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita (Mateus 6:4). Jesus também considerou que, além de amarmos o Pai, deveríamos amar o nosso próximo, assim como a nós mesmos (Mateus 22:38-39).

A doação de sangue está claramente contida nesses ensinamentos crísticos.

 

 

 

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Cão Ataca a Dona 24 Dias Depois de Ser Adotado …

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Royum SRD foi resgatado de maus-tratos. Em sua antiga casa, seu ex-dono o batia constantemente, o deixava sem comida e o deixava acorrentado 24 horas por dia.
Para piorar, contraiu sarna demodécica (sarna negra).
Foi preciso 15 meses para que ele encontrasse um novo lar, e quando finalmente esse momento chegou, não poderia ser melhor.
Em maio de 2013, Roy foi adotado pela artista Érica Kamisaki, uma amante de animais e mãe de 8 gatos e 3 cachorros, todos adotados da rua.
Depois de 24 dias da adoção, Érica resolveu gravar o que ela chamou de “Ataque”, que em suas palavras, ela descreveu como:

“Um ataque de amor;
Um ataque de confiança;
Um ataque de gratidão;
Um ataque de sorrisos;
Um ataque de amizade verdadeira;
Um ataque de tudo que é puro e sincero;
Um ataque de de quem costumava ser abusado, enfrentar o frio, a fome e o medo;
Um ataque de um cachorro que foi privado de sua própria existência;
Um ataque de alguém que teve a oportunidade de uma segunda chance;
Você pode me atacar todos os dias para o resto de sua vida.
Adote uma vida”

Você pode acompanhá-lo em sua página oficial no Facebook. Através de Roy.O diário da minha segunda chance ou no YouTube  que você encontra outras histórias de amigos resgatados e adotados.

 

O vídeo de Roy foi gravado apenas 24 dias após ele ser adotado e já foi visualizado por mais de 1.820.279 de pessoas.

 

Cultura, Lugares, Quem me visita ?

Quem me visita ???

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Gosto de ver quem me visita no Feed e sempre olho lugares que não conheço,  e volta e meia vou no Google Maps passear.Infelizmente o Google ainda não mapiou a cidade.  [Pobre viaja pelo Google mesmo.]

Hoje fui olhar e achei Piumhi. Parece encantadora.

 

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Piumhi – Município em Minas Gerais

Piumhi é uma cidade de pouco mais de 30 mil habitantes, tranquila e acolhedora, típica do interior de Minas Gerais. A população alegre e receptiva deixa à vontade os turistas que visitam a região. A localização privilegiada facilita o acesso a dois grandes pontos turísticos do Estado: o Lago de Furnas e a Serra da Canastra. Piumhi fica a apenas 16 km de Capitólio, principal município às margens do Lago de Furnas, repleto de belezas naturais como cânions e cachoeiras. A 60 km por estrada asfaltada, está São Roque de Minas, principal acesso ao Parque Nacional da Serra da Canastra, onde estão a nascente do rio São Francisco e a mais famosa cachoeira formada por ele, a Casca D´Anta.

Piumhi se escreve com eme. A grafia, embora contrarie uma das normas da língua portuguesa (letra eme somente antes p e b), foi oficializada por lei estadual. A explicação está na história do nome, de origem indígena: “pium” em tupi e quer dizer mosquito e o sufixo “í” significa pequeno.

A história da Piumhi inicia-se em 1731, quando o bandeirante paulista João Batista Maciel explorou a região da nascente do rio São Francisco à procura de ouro. Já segundo Saint-Hilaire, o botânico e explorador francês que escreveu “Viagem às Nascentes do Rio São Francisco”, Piumhi teria nascido de um acampamento de soldados enviados à região para combater os quilombos estabelecidos na Serra da Canastra.

A cidade é plana, tem um clima quente e agradável. As terras férteis são utilizadas para plantio de milho, feijão e café. O café produzido em Piumhi, considerado de excelente qualidade, é exportado há muitos anos. A pecuária de gado leiteiro e de corte também ajuda a sustentar a economia do município. No comércio completo e diversificado, o turista encontra produtos típicos da região como queijos, doces, tecelagem e confecções.

 

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Piumhi é cercada pelas serras de Pimenta, Andaime e Cromo, onde há rampas para prática de paraglider. A principal rodovia de acesso é a MG-050, que liga Belo Horizonte ao Nordeste do Estado de São Paulo (região de Ribeirão Preto). Entre os 853 municípios mineiros, Piumhi está na trigésima-nona posição em qualidade de vida. O jeito acolhedor da população local fez Piumhi receber um apelido aos poucos incorporado ao próprio nome: cidade carinho.

 

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