Mensagens, Pensamentos/Frases

Ensinamentos para a vida !!!

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Ensinem suas filhas e filhos a pegar ônibus logo cedo, primeiro com vocês, depois sozinhos. Eles vão precisar disso um dia na adolescência ou na vida adulta e mesmo que você seja muito rico e pense que não precisarão, não há como ter certeza. Se nunca andaram, terão tendência a ficarem abobalhados, pouco espertos e mais propensos a sofrerem assaltos ou atropelamentos.

Ensinem seus filhos e filhas a andar a pé, porque só se aprende a atravessar ruas andando a pé. Bicicleta só para recreação, com você carregando o malinha e sua mala rampa acima, não vai dar boa coisa. Molequinhos e molequinhas precisam saber ir e voltar. Carregarem seus casaquinhos, bonequinhas e carrinhos faz parte da missão: mãe e pai não são cabides.

Ensinem suas filhas e filhos desde bebês a descascar bananas, maiorezinhos devem saber comer maçã sem ser picada, devem aprender a espremer um suco no muque, usar garfo e faca, colocar a roupa suja no cesto, lavar, secar e guardar louça. Assim não serão os malas na casa da tia no dia do pijama. No mínimo.

Ensinem seus filhos e filhas adolescentes a lavar o próprio par de tênis, lavar, pendurar, recolher e dobrar roupas, cozinhar algo básico, trocar lâmpadas e resistência do chuveiro. Ensine que isso pode não ser prazeroso como tomar um sorvete ou jogar no celular, mas é importante e necessário.

Ensinem suas filhas e filhos a plantar, colher e entenderem a diferença entre um pé de alface e um pé de couve. Você pode não acreditar, mas por falta de ensinamentos básicos muita criança se cria achando que leite é um produto que nasce em caixas. Isso não é engraçado, é um efeito colateral involutivo do nosso tempo.

Não tema o fogo, o fogão, a chaleira nas mãos dos coitadinhos. Se você não ensinar, eles vão fazer muita bobagem e vão se queimar. Educar é confiar nas capacidades e na inteligência deles. É mostrar perigos e ensinar a lidar com perigos.

Eduquem seus filhos para a vida, para capacidades. Prazer não precisa ser ensinado, é um benefício, um privilégio. Ter empregada doméstica em casa não deve ser visto e sentido como alguém que vem acoplado ao lar, quase uma “coisa” um “objeto humano” de limpar e organizar sem parar.

Essas não são dicas moralistas. Educar para a solidariedade é um ato até egoísta e nada poético. Ao ensinar coisas básicas de sobrevivência aos filhos, estamos promovendo confiança e capacidade, auto-estima, senso de dever e responsabilidade.

Evite produzir e multiplicar pessoas que um dia serão adultos entediados, mimados que acharão eternamente que vieram ao mundo a passeio, sem a menor noção do que é resiliência, inaptos para cuidar de si mesmos e de outros, caso se multipliquem preguiçosamente.

A vida pode ser bela, a vida pode não ser dura para herdeiros, mas ela cobrará sempre, de qualquer um de nós, firmeza e força de vontade. Isso não é nato, depende de adversidades e luta pela sobrevivência e nada tem a ver com capacidade de apertar um botão ou deslizar os dedões no Iphone.

Cláudia Rodrigues

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The Present – O Presente

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Curta Animado do Instituto de animação, efeitos visuais e pós produção digital no filmakademie Baden-Württemberg em ludwigsburg, Alemanha.
É baseado em uma pequena tirinha desenhada pelo talentoso Fabio Coala Cavalcanti.

Certifique-se de conferir sua página: www.mentirinhas.com.br
A curta metragem tem exibido em mais de 180 festivais de cinema e ganhou mais de 50 prêmios em todo o mundo.
Página do Facebook: www.facebook.com/thepresentshort
Vimeo: https://vimeo.com/152985022
Diretor / Animador:
www.jacobfrey.de
Trilha sonora de “Zelândia”
itunes.apple.com/…/…/present-feat.-septemberkind/id915500091
https://www.amazon.de/gp/product/B00N

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O dia que a Morte se apaixonou pela Vida – Masha Onderstijn

 Masha Onderstijn

 

Marsha Onderstijn é  uma animador da Holanda. Estudoui Animação no St. Joost Kunstacademie em Breda, onde se especializou em animação 2D. Desde que se formou em 2012,  trabalhou com animador freelance e artista de storyboard. Durante estes anos como freelancer trabalhou em projetos comerciais e independentes.

 

 

 http://marshaonderstijn.com/portfolio/

https://www.facebook.com/marshaonderstijnanimation/info/?tab=page_info

Cultura, História, Lugares

Comidas Estranhas Pelo Mundo

escamole
*Escamole, iguaria mexicana feita com ovos de formiga negros gigantes
Hakarl
*Hákarl – O tubarão utilizado, o tubarão-da-groenlândia, é, em si, venenoso, quando se encontra fresco, produzindo efeitos semelhantes a uma embriaguez extrema, devido a uma concentração elevada de ácido úrico. Mas, pode ser consumido após cozedura em várias águas ou após ser enterrado para putrefacção durante vários meses, sendo exposto a vários ciclos de congelação e descongelação.
ovo secular
*Ovo secular – É uma iguaria da culinária chinesa que é feito da seguinte maneira: conserva-se (geralmente enterrado) um ovo de pato, galinha ou ganso em uma mistura de argila, cinzas, sal, cal e amido de arroz, por diversas semanas, ou por meses, dependendo do método de preparo.
Cazu Marzu
*Cazu Marzu. É feito com leite de ovelha. O bom senso bateu na porta dos italianos e esse tipo de queijo foi proibido de ser produzido. O motivo? Larvas de moscas vivam fazem parte dos ingredientes. Elas fermentam o queijo até um estado de “quase-decomposição” para que ele possa ser “apreciado”. Outro detalhe: O queijo deve ser consumido enquanto as larvas estão vivas, caso contrário, o alimento se torna altamente tóxico.
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*Sopa morcego – Receita famosa na Ásia, a sopa de morcego é feita com um morcego inteiro (não se retira pele e órgãos), leite de coco e legumes.
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*Cérebro de Macaco – China, Malásia, Vietnã, Indonésia e Tailândia adoram essa iguaria. Geralmente é preparado com molho e servido com pão. Segundo a tradição dos países comer o cérebro dos primatas deixa a pessoa mais inteligente. [tenho minhas dúvidas :/ ]
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-Vitamina de Sapo – é obra dos Peruanos. A bebida, segundo os peruanos, é quase milagrosa. Dizem as más línguas que ela pode curar asma, bronquite e falta de desejo sexual. Caldo de feijão branco, aloe vera crua, raiz de maca, um sapo sem olhos e ossos e mel a gosto são os ingredientes da bebida.
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*Café de cocô de Civeta – O Kopi Luwak é um dos cafés mais caros e estranhos do mundo. Ele é produzido com grãos de café extraídos das fezes do civeta, um mamífero do mar Mediterrâneo. O civeta seleciona os grãos antes de ingeri-los, mas apenas a polpa é digerida, e a semente passa intacta pelo sistema digestivo do animal. Durante a digestão, as bactérias e enzimas únicas do animal tornam-se os responsáveis pela diferença de qualidade do café industrializado.
filhoterato
* Três Squeeks – O prato é nada mais, nada menos do que três filhotes de ratos. O pior: muitos consomem o alimento enquanto ele está vivo. :/
javalisujo
*Ânus de Javali- Um dos pratos mais apreciados por tribos nativas da Namíbia. O prato é assado lentamente nas cinzas. Detalhe: não se costuma fazer uma prévia limpeza do animal. :p
salmaopodre
*Cabeça de salmão fermentado – A cabeça de salmão fermentada (para não dizer “quase decomposta”) é bastante apreciada por nativos do Alasca. O alimento é apreciado cru e com uma pasta de ervas. A cabeça de peixe é enterrada por 1 semana dentro de sacos plásticos, para “amaciar” a carne. Diversos casos de intoxicação alimentar e botulismo são registrado devido a prática.
vinhocobra
*Vinho de Cobra – Esta bebida popular é dotada de importantes propriedades restauradoras e faz sucesso em países como China e Vietnã. Ela pode ser feita por meio da infusão de uma cobra, em vinho de arroz, ou através da mistura de fluidos corporais de cobra, tal como o sangue, com o álcool.
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*Ovos de Iguana – Na Colômbia, ovos de iguana são o acompanhamento ideal para o rum e retirada dos ovos é feita sem que ela morra.

sopa-de-lagartas

*Sopa de Lagarta –  Prato comum em Botsuana (país do sul da África)

lesma
Torrada com Lesmas – Prato não muito incomum na França. Lesmas com molho de cogumelos e torrada.
ninhoandorinha
Sopa de Ninho de Andorinha –  uma especialidade da culinária da China e uma das mais caras do mundo, uma vez que é feita com os ninhos das aves de várias espécies do género Aerodramus, que são feitos quase exclusivamente com a saliva dos pássaros. 
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  Macaco Defumado –  Macacos são defumados a Céu aberto na Republica do Congo e posteriormente consumidos.
Paro por aqui :/ Não dá para continuar…

Cultura, Fotos, História, Lugares

Igreja de Nossa Senhora da Penha (Rio de Janeiro)

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Igreja Nossa Senhora da Penha de França

Construção 1728 – séc. XVIII
Diocese Arquidiocese do Rio de Janeiro
Bispo Orani João Tempesta
Local Rio de Janeiro, Brasil
A Igreja Nossa Senhora da Penha de França, popularmente conhecida como Igreja da Penha é um tradicional santuário católico localizado no bairro da Penha, na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Erguida no alto de uma pedra, é famosa pelos 382 degraus da escadaria principal, onde muitos fiéis pagam promessas, subindo a pé ou de joelhos. O Santuário possui também um funicular, recentemente reformado, com capacidade para transportar cerca de quinhentas pessoas por hora, gratuitamente.

Anualmente o santuário realiza os festejos da padroeira, no mês de outubro, promovendo a celebração de missas de hora em hora aos domingos, shows religiosos, procissões luminosas, missas campais, apresentação de grupos folclóricos, apresentação de corais e a festa na ladeira de subida ao santuário com as tradicionais barracas de comidas típicas, doces diversos e música ambiente.

 

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Originou-se de capela construída em 1635 pelo português Baltazar de Abreu Cardoso em suas terras. Consta que ele subia a pedra para ver, do alto, suas plantações, quando foi surpreendido por uma enorme cobra. Ao invocar Nossa Senhora, apareceu um lagarto que atacou a cobra. Grato à intervenção, construiu uma pequena igrejinha.

Mais tarde, doou todas as suas terras à Virgem Maria, surgindo, em 1728, a Venerável Irmandade de Nossa Senhora da Penha que construiu uma nova igreja, com torre e sinos, no lugar da igrejinha inicial. Em 1870, foi construída uma nova igreja ampliada em 1900, quando ganhou duas torres que passariam a abrigar um carrilhão vindo de Portugal e inaugurado em 1925.

A igreja fica no alto de um penhasco, ao topo de uma escada de 382 degraus escavados na rocha por iniciativa de um casal que recebeu, em 1819, uma graça. Muitos fieis a sobem de joelhos, em pagamento de promessas. Hoje, é um santuário muito freqüentado, principalmente no mês de outubro.

O interior da igreja é bastante simples, apenas um altar na capela-mor com a imagem da padroeira. A Igreja foi tombada pelo Município, em 1990.

As fotos mostram a igreja em 1920, na atualidade (vendo-se, ao fundo o Aeroporto do Galeão) e o povo na escadaria em uma das festas.

Link

 

Penha

 

anos 1930

Cultura, História, Mensagens

O dono da bola

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O dono da bola

Este é o Caloca. Ele é um amigo muito legal.
Mas ele não foi sempre assim, não. Antigamente ele era o menino mais enjoado de toda a rua. E não se chamava Caloca.
O nome era Carlos Alberto. E sabem por que ele era assim enjoado? Eu não tenho certeza, mas acho que é porque ele era o dono da bola. Mas me deixem contar a história, do começo.
Caloca morava na casa mais bonita da nossa rua. Os brinquedos que Caloca tinha, vocês não podem imaginar! Até um trem
elétrico ele ganhou do avô. E tinha bicicleta, com farol e buzina, e
tinha tenda de índio, carrinhos de todos os tamanhos e uma bola de futebol, de verdade. Caloca só não tinha amigos. Porque ele brigava com todo mundo. Não deixava ninguém brincar com os brinquedos dele. Mas futebol ele tinha que jogar com a gente, porque futebol não se pode jogar sozinho. O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa. Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca. Mas, toda vez que a gente ia jogar com Caloca,acontecia a mesma coisa. Era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
– Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
– Ah, Caloca,não vai embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo…
– Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca,meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo. A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. A gente precisava treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo. Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
– Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
– Se eu não for o capitão do time, vou embora!
– Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já se sabe, levava a bola embora e adeus treino. Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
– Esta reunião é pra resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
– A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
– Pois é isso mesmo! — disse o Beto, zangado. — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
– Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem! E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço. Todas as vezes que Carlos Alberto fazia isso, ele acabava voltando e dando um jeito de entrar no time de novo. Mas, daquela vez, nós estávamos por aqui com ele. A primeira vez que ele veio ver os treinos, ninguém ligou. Ele subiu no muro, com a bola debaixo do braço como sempre, e ficou esperando que alguém pedisse para ele jogar. Mas ninguém disse nada. Quando o Xereta passou por perto, ele puxou conversa:
– Que tal jogar com bola de meia?
Xereta deu uma risadinha:
– Serve…
Um dia, nós ouvimos dizer que o Carlos Alberto estava jogando no time do Faz-de-Conta, que é um time lá da rua de cima. Mas foi por pouco tempo. A primeira vez que ele quis carregar a bola no melhor do jogo, como fazia conosco, se deu muito mal…
O time inteiro do Faz-de-Conta correu atrás dele e ele só não apanhou porque se escondeu na casa do Batata. Aí, o Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. A gente passava pela casa dele e via. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido. Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
– Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.
– Nós não queremos sua bola, não.
– Ué, por quê?
– Você sabe muito bem. No melhor do jogo você sempre dá um jeito de levar a bola embora.
– Eu não, só quando vocês me amolam.
– Por isso mesmo que nós não queremos, só se você der a bola para o time de uma vez.
– Ah, essa não! Está pensando que eu sou bobo?
E Carlos Alberto continuou sozinho. Mas eu acho que ele já não estava gostando de estar sempre sozinho. No domingo, ele convidou o Xereta para brincar com o trem elétrico. Na segunda, levou o Beto para ver os peixes na casa dele. Na terça, me chamou para brincar de índio. E, na quarta, mais ou menos no meio do treino, lá veio ele com a bola debaixo do braço.
– Oi, turma, que tal jogar com uma bola de verdade?
Nós estávamos loucos para jogar com a bola dele. Mas não podíamos dar o braço a torcer.
– Olha, Carlos Alberto, você apareça em outra hora.
Agora, nós precisamos treinar — disse o Catapimba.
– Mas eu quero dar a bola ao time. De verdade!
Nós todos estávamos espantados:
– E você nunca mais pode levar embora?
– E o que é que você quer em troca?
– Eu só quero jogar com vocês…
Os treinos recomeçaram, animadíssimos. O final do campeonato estava chegando e nós precisávamos recuperar o tempo perdido. Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém. E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou.
A gente gritava:
– Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!
– Viva!
– Viva o Catapimba!
– Viva!
– Viva o Carlos Alberto!
– Viva!
Então, o Carlos Alberto gritou:
– Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

Ruth Rocha

Pensamentos/Frases, Poemas

Pensem …

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Pensem…

Aos 3 anos: Ela olha pra si mesma e vê uma rainha.
Aos 8 anos: Ela olha para si e vê Cinderela.
Aos 15 anos: Ela olha e vê uma freira horrorosa.
Aos 20 anos: Ela olha e se vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, muito liso, muito encaracolado, decide sair mas, vai sofrendo.
Aos 30 anos: Ela olha pra si mesma e vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, muito liso muito encaracolado, mas decide que agora não tem tempo pra consertar então vai sair assim mesmo.
Aos 40 anos: Ela se olha e se vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, muito liso, muito encaracolado, mas diz: pelo menos eu sou uma boa pessoa e sai mesmo assim.
Aos 50 anos: Ela olha pra si mesma e se vê como é. Sai e vai pra onde ela bem entender.
Aos 60 anos: Ela se olha e lembra de todas as pessoas que não podem mais se olhar no espelho. Sai de casa e conquista o mundo.
Aos 70 anos: Ela olha para si e vê sabedoria, risos, habilidades, sai para o mundo e aproveita a vida.
Aos 80 anos: Ela não se incomoda mais em se olhar. Põe simplesmente um chapéu lilás e vai se divertir com o mundo.
Talvez devêssemos por aquele chapéu lilás mais cedo!

Mario Quintana..

Mensagens, Pensamentos/Frases

Sou homem …

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“Sou homem.

Quando nasci, meu avô parabenizou meu pai por ter tido um filho homem.
E agradeceu à minha mãe por ter dado ao meu pai um filho homem. Recebi o nome do meu avô.

Quando eu era criança, eu podia brincar de LEGO, porque “Lego é coisa de menino”, e isso fez com que minha criatividade e capacidade de resolver problemas fossem estimuladas.

Ganhei lava-jatos e postos de gasolina montáveis da HotWheels. Também ganhei uma caixa de ferramentas de plástico, para montar e desmontar carrinhos e caminhões.
Isso também estimulava minha criatividade e desenvolvia meu raciocínio, o que é bom para toda criança.

Na minha época de escola, as meninas usavam saias e meus amigos levantavam suas saias.
Dava uma confusão! E então elas foram proibidas de usar saias. Mas eu nunca vi nenhum menino sendo realmente punido por fazer isso, afinal de contas “Homem é assim mesmo! Puxou o pai esse danadinho” – era o que eu ouvia.

Em casa, com meus primos, eu gostava de brincar de casinha com uma priminha. Nós tínhamos por volta de 8 anos. Eu era o papai, ela era a mamãe e as bonecas eram nossas filhinhas. Na brincadeira, quando eu carregava a boneca no colo, minha mãe não deixava: “Larga a boneca, Juninho, é coisa de menina”. E o pai da minha priminha, quando via que estávamos brincando juntos, de casinha, não deixava. Dizia que menino tem que brincar com menino e menina com menina, porque “menino é muito estúpido e, principalmente, pra frente”. Eu não me achava estúpido e também não entendia o que ele queria dizer com “pra frente”, mas obedecia.

No natal, minha irmã ganhou uma Barbie e eu uma beyblade. Ela chorou um pouco porque o meu brinquedo era muito mais legal que o dela, mas mamãe todo ano repetia a gafe e comprava para ela uma boneca, um fogãozinho, uma geladeira cor-de-rosa, uma batedeira, um ferro de passar.

Quando fiz 15 anos e comecei a namorar, meu pai me comprou algumas camisinhas.
Na adolescência, ninguém me criticava quando eu ficava com várias meninas.
Atualmente continua assim.

Meu pai não briga comigo quando passo a noite fora. Não fica dizendo que tenho que ser um “rapaz de família”. Ele nunca me deu um tapa na cara desconfiado de que passei a noite em um motel.

Ninguém fica me dando sermão dizendo que eu tenho que ser reservado e me fazer de difícil.
Ninguém me julga mal quando quero ficar com uma mulher e tomo a iniciativa.

Ninguém fica regulando minhas roupas, dizendo que eu tenho que me cuidar.
Ninguém fica repetindo que eu tenho que me cuidar porque “mulher só pensa em sexo”.

Ninguém acha que minhas namoradas só estavam comigo para conseguir sexo.
Ninguém pensa que, ao transar, estou me submetendo à vontade da minha parceira.
Ninguém demoniza meus orgasmos.

Nunca fui julgado por carregar camisinha na mochila e na carteira.
Nunca tive que esconder minhas camisinhas dos meus pais.

Nunca me disseram para me casar virgem por ser homem.
Nunca ficaram repetindo para mim que “Homem tem que se valorizar” ou “se dar ao respeito”. Aparentemente, meu sexo já faz com que eu tenha respeito.

Quando saio na rua ninguém me chama de “delícia”.
Nenhuma desconhecida enche a boca e me chama de “gostoso” de forma agressiva.
Eu posso andar na rua tomando um sorvete tranquilamente, porque sei que não vou ouvir nada como “Larga esse sorvete e vem me chupar”. Eu posso até andar na rua comendo uma banana.

Nunca tive que atravessar a rua, mesmo que lá estivesse batendo um sol infernal, para desviar de um grupo de mulheres num bar, que provavelmente vão me cantar quando eu passar, me deixando envergonhado.

Nunca tive que fazer caminhada de moletom porque meu short deixa minhas pernas de fora e isso pode ser perigoso.
Nunca ouvi alguém me chamando de “Desavergonhado” porque saí sem camisa.
Ninguém tenta regular minhas roupas de malhar.
Ninguém tenta regular minhas roupas.

Eu nunca fui seguido por uma mulher em um carro enquanto voltava para casa a pé.

Eu posso pegar o metrô lotado todos os dias com a certeza que nenhuma mulher vai ficar se esfregando em mim, para filmar e lançar depois em algum site de putaria.

Nunca precisaram criar vagões exclusivamente para homens em nenhuma cidade que conheço.

Nunca ouvi falar que alguém do meu sexo foi estuprado por uma multidão.

Eu posso pegar ônibus sozinho de madrugada.
Quando não estou carregando nada de valor, não continuo com medo pelo risco ser estuprado a qualquer momento, em qualquer esquina. Esse risco não existe na cabeça das pessoas do meu sexo.

Quando saio à noite, posso usar a roupa que quiser.
Se eu sofrer algum tipo de violência, ninguém me culpa porque eu estava bêbado ou por causa das minhas roupas.
Se, algum dia, eu fosse estuprado, ninguém iria dizer que a culpa era minha, que eu estava em um lugar inadequado, que eu estava com a roupa indecente. Ninguém tentaria justificar o ato do estuprador com base no meu comportamento. Eu serei tratado como VÍTIMA e só.

Ninguém me acha vulgar quando faz frio e meu “farol” fica “aceso”.

Quando transo com uma mulher logo no primeiro encontro sou praticamente aplaudido de pé. Ninguém me chama de “vagabundo”, “fácil”, “puto” ou “vadio” por fazer sexo casual às vezes.

99% dos sites de pornografia são feitos para agradar a mim e aos homens em geral.
Ninguém fica chocado quando eu digo que assisto pornôs.
Ninguém nunca vai me julgar se eu disser que adoro sexo.
Ninguém nunca vai me julgar se me ver lendo literatura erótica.
Ninguém fica chocado se eu disser que me masturbo.

Nenhuma sogra vai dizer para a filha não se casar comigo porque não sou virgem.

Ninguém me critica por investir na minha vida profissional.
Quando ocupo o mesmo cargo que uma mulher em uma empresa, meu salário nunca é menor que o dela.
Se sou promovido, ninguém faz fofoca dizendo que dormi com minha chefe. As pessoas acreditam no meu mérito.
Se tenho que viajar a trabalho e deixar meus filhos apenas com a mãe por alguns dias, ninguém me chama de irresponsável.

Ninguém acha anormal se, aos 30 anos, eu ainda não tiver filhos.

Ninguém palpita sobre minha orientação sexual por causa do tamanho do meu cabelo.
Quando meus cabelos começarem a ficar grisalhos, vão achar sexy e ninguém vai me chamar de desleixado.

A sociedade não encara minha virgindade como um troféu.

90% das vagas do serviço militar são destinadas às pessoas do meu sexo. Mesmo quando se trata de cargos de alto escalão, em que o oficial só mexe com papelada e gerência.

Se eu sair com uma determinada roupa ninguém vai dizer “Esse aí tá pedindo”.

Se eu estiver em um baile funk e uma mulher fizer sexo oral em mim, não sou eu quem sou ofendido. Ninguém me chama de “vagabundo” e nem diz “depois fica postando frases de amor no Facebook”.
Se vazar um vídeo em que eu esteja transando com uma mulher em público, ninguém vai me xingar, criticar, apedrejar. Não serei o piranha, o vadio, o sem valor, o vagabundo, o cachorro. Estarei apenas sendo homem. Cumprindo meu papel de macho alpha perante a sociedade.
Se eu levar uma vida putona, mas depois me apaixonar por uma mulher só, as pessoas acham lindo. Ninguém me julga pelo meu passado.

Ninguém diz que é falta de higiene se eu não me depilar.

Ninguém me julgaria por ser pai solteiro. Pelo contrário, eu seria visto como um herói.

Nunca serei proibido de ocupar um cargo alto na Igreja Católica por ser homem.

Nunca apanhei por ser homem.
Nunca fui obrigado a cuidar das tarefas da casa por ser homem.
Nunca me obrigaram a aprender a cozinhar por ser homem.
Ninguém diz que meu lugar é na cozinha por ser homem.

Ninguém diz que não posso falar palavrão por ser homem.
Ninguém diz que não posso beber por ser homem.

Ninguém olha feio para o meu prato se eu colocar muita comida.

Ninguém justifica meu mau humor falando dos meus hormônios.

Nunca fizeram piadas que subjugam minha inteligência por ser homem.

Quando cometo alguma gafe no trânsito ninguém diz “Tinha que ser homem mesmo!”

Quando sou simpático com uma mulher, ela não deduz que “estou dando mole”.

Se eu fizer uma tatuagem, ninguém vai dizer que sou um “puto”.

Ninguém acha que meu corpo serve exclusivamente para dar prazer ao sexo oposto.
Ninguém acha que terei de ser submisso a uma futura esposa.

Nunca fui julgado por beber cerveja em uma roda onde eu era o único homem.

Nunca me encaixo como público-alvo nas propagandas de produtos de limpeza.
Sempre me encaixo como público-alvo nas propagandas de cerveja.

Nunca me perguntaram se minha namorada me deixa cortar o cabelo. Eu corto quando quero e as pessoas entendem isso.

Não há um trote na USP que promove minha humilhação e objetificação.

A sociedade não separa as pessoas do meu sexo em “para casar” e “para putaria”.

Quando eu digo “Não” ninguém acha que estou fazendo charme. Não é não.

Não preciso regrar minhas roupas para evitar que uma mulher peque ou caia em tentação.

As pessoas do meu sexo não foram estupradas a cada 40 minutos em SP no ano passado.
As pessoas do meu sexo não são estupradas a cada 12 segundos no Brasil.
As pessoas do meu sexo não são estupradas por uma multidão nas manifestações do Egito.

Não sou homem. Mas, se você é, é fundamental admitir que a sociedade INTEIRA precisa do Feminismo.
Não minimize uma dor que você não conhece.”

(Camila Oliveira Dias )

Cantinho Mistico, Cultura, Mensagens

Dia dos Namorados

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O Dia dos Namorados, em alguns países conhecido como Dia de São Valentim, é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, namorados e em alguns lugares até com amigos. Sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolo de coração, tais como as tradicionais caixas de bombons. Em Portugal, assim como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo António, também conhecido pela fama de “Santo Casamenteiro”.

”Dia de São Valentim cai num dia festivo de dois mártires cristãos diferentes, de nome Valentim. Mas os costumes relacionados com este dia… provavelmente vêm de uma antiga festa romana chamada Lupercalia, que se realizava todo dia 14 de fevereiro. A festa homenageava Juno, a deusa romana das mulheres e do casamento, e Pã, o deus da natureza”.

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.

O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Continuou celebrando casamentos, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte – 14 de fevereiro – também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar são Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine’s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a). Na sua forma moderna, a tradição surgiu em 1840, nos Estados Unidos, depois que Esther Howland vendeu US$ 5000 em cartões do Dia dos Namorados, uma quantia elevada na época. Desde aí, a tradição de enviar cartões continuou crescendo, e no século XX se espalhou por todo o mundo.

Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.

O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro.

A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o publicitário João Dória trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentim — que nos países do hemisfério norte ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

 

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