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Archive for the ‘Estudo dos Animais’ Category

novembro 27th, 2013

Refletindo sobre o espírito dos animais

reencarnacaoanimais

 

A ligação entre um animal doméstico e sua / seu cuidador é frequentemente forte e profundo. Animais ressoam conosco de uma forma profunda o que poucos humanos conseguem. Isto é devido ao fato de que os animais não têm um ego. Eles não têm “coisas” no caminho do seu amor e sua ligação com o Divino. Eles amam incondicionalmente .. e estão constantemente fazendo serviços para nós, de formas que muitas vezes não reconhecemos. Podemos alimentá-los, prepará-los, levá-los ao veterinário para vacinas, e em troca eles acalmam nossas almas de uma forma sutil, mas perceptível.

Quanto mais estamos abertos aos dons espirituais que nossos animais trazem para nós, mais eles podem compartilhar seus dons. Os animais são uma grande bênção para as pessoas que fazem trabalhos de cura. Curadores amam os seus talentos e a alegria que esses talentos trazem para os outros, mas eles muitas vezes se sentem drenados por uma falta de energia recíproca. Eles se doam muito e não receberem tanto de volta. Animais, pela sua natureza, transmutam a energia desarmônica de stress. Eles são como faxineiros espirituais que entram em nossa consciência e enxugam as gotas do tumulto emocional derramado que o dia deixa para trás. A comunidade científica valida este conceito. Estudos têm sido feitos que mostram que pessoas com um animal doméstico se recuperam mais rapidamente de uma operação, ou que os tutores idosos de animais vivem vidas mais longas e saudáveis do que os que não os tutelam.

A consciência do ser humano é espelhada pela consciência do animal. Quando estamos prestes a dar um salto na consciência, um animal pode entrar em nossa vida para representar essa mudança e para ajudar nessa transição. Se já tutelamos um animais e estamos passando por uma transição, por vezes, o animal pode ter um problema de saúde, pode fugir ou até mesmo morrer.

Enquanto pesquisava para este artigo, eu encontrei informações fascinantes sobre a evolução dos animais nos escritos de Paramahansa Yogananda. O Hindu metafísico afirma: “A atenção, intuição e evolução dos animais pode ser acelerada através de treinamento por uma pessoa intuitiva. Ouça os sons diversos proferidas por diferentes animais quando estão felizes, agitados, ou ciumentos, e você vai gradualmente ser capaz de interpretá-los e usá-los para conversar com os animais e ajudá-los a acelerar sua evolução. Telepatia mental pode, de fato, ser estabelecida entre seres humanos e seus animais. Companhia humana pode acelerar a intuição dos animais e, assim, acelerar sua evolução. Lembre-se que Deus está em tudo.”

Se você é uma pessoa metafisicamente orientada, você pode confiar que a alma de seu animal doméstico foi dirigida para você, a fim de se beneficiar de seu nível de consciência. A energia do animal está sendo levantada, talvez porque quer dar o salto de uma espécie para a outra em sua próxima encarnação. Você está apoiando esse animal na preparação para o salto. Em troca, seu animal doméstico está lhe servindo incansavelmente em um nível subconsciente. Há um equilíbrio natural e harmonioso maravilhoso que existe entre vocês dois.

Uma vez que os animais nos ajudam a transmutar nossa infelicidade e negatividade, animais nos ajudam a tornar-se uma pessoa de maior qualidade. Quando estamos receptivos e conscientes do trabalho subconsciente que nossos animais estão fazendo, vamos estar mais dispostos a servir e cuidar deles, o que ajuda a acelerar a sua evolução da alma. É uma situação ganha-ganha.

Isso não é dizer que os humanos sejam uma espécie superior, mas todos nós já conhecemos animais que são quase humanos, como se estivessem na linha divisória entre as espécies. Alguns animais tem o desejo de ter a experiência da alma do ser humano – e podemos ajudar os animais com esse desejo.

Nós, por nossa vez, temos muito a aprender com nossos amigos animais.Os seres humanos têm um ego mais desenvolvido do que os animais, e é óbvio que o nosso ego pode nos ajudar ou nos prejudicar. Devemos usar nossa força de vontade sabiamente. Aprendemos a ser humildes na presença de animais, para tornarmos mais amáveis e menos egoístas. Através de nossos animais de estimação, podemos aprender a aproveitar a energia do nosso ego para realizar ações positivas e construtivas.

 

Marta Silvestre
marta_silvestre@live.com

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novembro 5th, 2013

A reencarnação dos animais

reencarnacaoanimais2

 

P: Existe um planejamento reencarnatório para os animais?
R: Sim. O Espírito da Verdade disse que os animais não são simples máquinas, como supomos. Por isso são tratados de modo especial e não sem qualquer planejamento. Quando se trata de animais superiores, como por exemplo, os mamíferos, há um planejamento padrão, além de um outro quase individualizado. Quando se refere a animais de escalas evolutivas anteriores (insetos, por exemplo) são tratados de modo padronizado, somente por métodos pré-estabelecidos, mas mesmo assim há planejamento para cada espécie.

A partir de um determinado patamar evolutivo, os animais passam a ser tratados de modo mais individual, pois já atingiram certo grau de independência e estão mais livres de padrões, utilizam mais o seu livre-arbítrio. Por serem mais independentes, são preparados para reencarnação de modo particular, em alas compartilhadas com um menor número de indivíduos se comparados com animais que se encontram em fases evolutivas anteriores, que são preparados de modo padronizado para todo o grupo.

P: Eles podem reencarnar na mesma família onde eram queridos?

R: Os animais, principalmente os domésticos, aprendem conosco, que somos, além de irmãos, seus professores. Durante o tempo em que permanecem conosco, passam por várias experiências, como encarnados e, quando já for o suficiente, provavelmente ele reencarnará em outra família e em outra localidade onde aprenderá coisas que não podemos oferecer. Mas em geral retornam várias vezes ao mesmo lar.

Os animais cumprem alguns roteiros padronizados de aprendizado, além de outros mais particularizados e, desde que passem à contento, seguem para outra fase evolutiva e de aprendizado em companhia de pessoas diferentes que podem oferecer outras novas experiências a eles. O fato de serem queridos é importante, mas não é o fator determinante para que retornem ao mesmo lar.

P: Para a reencarnação, qual o critério de escolha da família para onde devem ir os animais?
R: Quando os animais que vivem em maior proximidade dos seres humanos desencarnam, eles são imediatamente, na maioria das vezes, encaminhados à reencarnação. Para alguns grupos de animais existem condições pré-estabelecidas e padronizadas, mas, para outros, há condições particulares, individualizadas. Para tanto há cronogramas particulares de roteiros de aprendizado que devem ser seguidos sob orientação de Espíritos encarregados disto. Espíritos de elevada categoria elaboram os projetos que são colocados em prática por Espíritos subordinados que se encontram mais próximos dos animais. Eles, então, organizam os animais ou os espíritos deles, para esta ou aquela atividade relacionada aos nossos irmãos, até completar o aprendizado em determinado grupo humano. Existem vários planos para um mesmo animal ou grupos de animais que podem ser substituídos um por outro a qualquer momento, segundo a determinação destes grupos espirituais de maior hierarquia, que decidem sobre os caminhos que deverão seguir os animais sob sua responsabilidade. Em geral, o plano original é mantido na medida do possível e somente é substituído em situações que obriguem a isso para preservar a vida do animal.

P: É possível um animalzinho reencarnar no mesmo lar?

R: Sim, é possível e ocorre com frequência, pois o aprendizado não se interrompe com a desencarnação do animal. Como retornam na primeira oportunidade, continuam praticamente do ponto onde pararam. A vida não é interrompida com a morte do corpo físico, pois do mesmo modo como nosso Espírito evolui pela reencarnação, os animais também reencarnam para reiniciar sua jornada interrompida temporariamente. No Mundo Espiritual os Espíritos encarregados da evolucão deles os encaminham às famílias ou aos locais onde deverão prosseguir com seu aprendizado, que, em geral, se repete várias vezes, podendo ser, também, por um curto período, dependendo da necessidade.

P: Fale um pouco sobre o tempo necessário para o animal reencarnar após ter desencarnado.

R: Ao desencarnarmos, ou quando desencarna um animal, alguns ajustes são necessários ao nosso Espírito e ao nosso corpo espiritual antes de retornarmos ao mundo físico. Quando desencarnamos de forma violenta, por exemplo, podem ocorrer lesões em nossos corpos espirituais que precisam ser reparadas antes do retorno. Os animais considerados inferiores passam por tratamentos preparatórios padronizados rápidos e, portanto, o retorno também é rápido. Animais superiores passam por tratamentos quase individualizados e mais demorados. O tempo varia de espécie para espécie animal, em função do seu grau de evolução e das condições, que são variáveis, mas sempre este período é relativamente curto, se comparado ao tempo que decorre para uma reencarnação humana. Minutos, horas, dias, meses, anos. Isso, como dissemos, ficará dentro de uma variante na dependência da necessidade evolutiva. Para se ter uma ideia, a preparação de um cão está em torno de dois a três dias (alguns animais domésticos podem permanecer no plano espiritual por mais tempo ou por tempo indeterminado, se estiverem sob a tutela e responsabilidade de algum Espírito amigo que queira cuidar dele) antes de ser enviado para o mundo físico na forma de um embrião, que irá se adaptar ao útero materno e se desenvolverá durante o período de gestação, que no caso dos cães é de cerca de 60 dias. O tempo que permanecem no plano espiritual, chamado de erraticidade, é curto, pois não dispõem de muito para avançarem na evolução espiritual. Eles não podem se dar ao luxo de desperdícios de tempo. Quanto mais rápido retornam ao físico, mais experiências adquirem para evoluir.

(Respostas por Marcel Benedeti – Do site Comunidade Espírita)

* * *

“Chico, pare e preste atenção neste cãozinho. É o Dom Pedrito que está voltando para você.”
(Emmanuel, mentor espiritual de Chico Xavier, referindo-se à reencarnação do cão de Chico – Do livro de Irvênia Prada: “Questão Espiritual dos Animais”)

* * *

“A cada nova existência o espírito dá um passo no caminho do progresso.”
(Espírito da Verdade)

 

P: Gostaria que fossem comentados os processos reencarnatórios dos animais e suas diferenças entre nós, humanos.

R: Nos livros de André Luiz encontramos relatos sobre a preparação para a reencarnação de pessoas e, curiosamente, ele perguntou ao seu mentor se para os animais os processos reencarnatórios seriam diferentes. Como resposta foi dito que para os animais as condições e os processos são idênticos aos dos humanos. Não há razão para ficarmos surpresos com isso, porque reencarnamos infinitas vezes como animais e depois como seres humanos. A única diferença que existe entre os processos reencarnatórios dos animais e os nossos é somente a forma do corpo e o tratamento individual, que é uma constante para os seres humanos, mas que para os animais nem sempre é assim.

Quando retornamos ao mundo espiritual, nosso corpo espiritual, que é composto por células espirituais, se contrai. Elas se comprimem umas contra as outras e se fundem. Ao se fundirem, adquirem formas cada vez mais simples e tornam formas mínimas (miniaturização do corpo espiritual), podendo chegar a ter o forma de umas poucas células, quando estão prontas a retornarem ao plano físico. Quando atinge o ponto adequado de miniaturização, este corpo espiritual é conectado ao corpo físico da mãe ou do instrumento gerador físico (ovo, por exemplo) no qual o processo de miniaturização se inverte e as células começam a se descontrair e dão a forma ao corpo em que se desenvolverão. O novo embrião, resultante desta descontração de corpos celulares, passa por fases de desenvolvimento celular inversa ao que passou na etapa de miniaturização e se torna um novo corpo. Este, ao envelhecer, perde a vitalidade e é abandonado, no momento da morte, pelo Espírito que volta ao Mundo Espiritual para reiniciar o processo reencarnatório. Todo esse procedimento ocorre também conosco.

P: O animal pode desencarnar e retornar no mesmo círculo da sua família animal?

R: Os seres humanos são os principais professores dos animais (animais domésticos), que pelo exemplo aprendem o que precisarão saber quando atingirem a fase de Humanidade. Neste convívio, nos afinizamos mais com este ou com aquele Espírito que está sob nossa responsabilidade neste aprendizado como animais. Muitas vezes estes convivem e retornam para completar seu aprendizado conosco por várias reencarnações seguidas, criando laços de amizade mais fortes. Em se tratando de reencontrar com os humanos com quem conviveu, podemos dizer que, quando o Espírito desse animal terminou sua fase de aprendizado conosco, em geral ele passa ao convívio de outra família ou em outro lugar, na reencarnação seguinte. Mas, se se criou um vínculo de amizade, é provável que, mesmo estando com outra família e em outro local, acabemos nos encontrando. Quando os animais estão em fases mais primitivas (selvagens), o aprendizado principal está no contato com outros Espíritos que se encontram no mesmo nível evolutivo (outros animais selvagens). São os membros da família animal. O aprendizado pode ocorrer nesta ou naquela família animal, sem prejuízo do aprendizado, porque ele é simultâneo dentro da mesma família. Os laços entre eles não são tão fortes quanto os que se formam ao nosso encontro, pois estão como membros de uma mesma família, em um mesmo nível. O encontro deles teria a finalidade de troca de experiências, enquanto que o convívio conosco traz um aprendizado mais rápido e eficaz para a entrada futura no plano da Humanidade. Os Espíritos deste nível de aprendizado (animais) podem retornar juntos em uma mesma família ou não. Quando em fase selvagem, o importante é o aprendizado dentro de sua comunidade, enquanto para os animais domésticos o mais importante é o aprendizado entre eles e nós.

P: Gostaria de saber qual a diferença no processo de reencarnação de um animal de grande porte (baleia, elefante) para um animal menor (gato, gafanhoto).

R: O tamanho não é o principal parâmetro em que se baseiam os Espíritos para proceder à reencarnação, mas sim o grau de evolução em que se encontram. No entanto, na maioria das vezes a evolução determina aos Espíritos encarnados na fase animal que recebam corpos mais elaborados e complexos e, consequentemente, maiores. Os insetos, que são animais pequenos, estão em fases anteriores, em que necessitam permanecer em grupos nos quais recebem tratamenntos coletivos padronizados para reencarnarem (referência aos “corpos coletivos”). Mas o tamanho pode ter alguma influência, pois o tempo necessário para a miniaturização do perispírito dos animais de maior tamanho pode ser mais demorado do que a de um menor. Quanto maior o número de células espirituais do corpo espiritual, que precisam se contrair e se fundir umas às outras, tanto maior será o tempo necessário; em inseto, por exemplo, que não possui grande individualidade, cujo retorno ao mundo físico é preparado de modo coletivo, retorna em questão de segundos para cá. Animais maiores, mais evoluídos e com necessidades individuais, precisam de mais tempo e se demoram mais na outra dimensão. Basicamente o tempo e as diferenças nas preparações pré-reencarnatórias estão em função do tamanho e da individualidade dos processos.

P: No livro Todos os Animais Merecem o Céu, você cita que os animais ao serem tratados para reencarnarem, se miniaturizam-se até ter a forma de mórula. O que significa isso?

R: Mórula é o nome que se dá a uma das fases de desenvolvimento do embrião em que ele adquire a forma de uma amora. Por ser microscópico é chamado de mórula, que significa pequena amora. Assim que o espermatozóide se encontra com o óvulo, uma série de divisões celulares começam a acontecer e o óvulo fecundado começa a se segmentar e se divide inicialmente em duas partes, depois em quatro, depois em oito, em dezesseis, trinta e dois e assim por diante, à medida que o embrião se desenvolve e começa a ganhar formas mais definidas de um feto. Conforme seu desenvolvimento continua, este começa a se tornar maior e mais parecido com o que se tornará quando nascer (um animal de uma determinada espécie) e por fim o nascimento. Depois de nascido, o desenvolvimento físico continua até se tornar adulto. Se hipoteticamente vier a falecer nesta fase, o seu espírito se desligará do corpo físico e retornará ao mundo espiritual levando consigo o corpo espiritual, que possui as células perispirituais idênticas às do corpo físico. Uma vez na outra dimensão, o animal é levado aos locais onde será preparado para a reencarnação. Em uma das câmaras, o corpo perispiritual começa a se contrair-se e as células começam a se fundir-se, tornando-se compactadas. Fundem-se até adquirirem a aparência de um embrião em estágio inicial de formação, ou seja, em forma de mórula. Neste ponto cessa a preparação para o reencarne, pois é o momento em que o espírito em forma de mórula é implantado no corpo materno para iniciar seu desenvolvimento embrionário e se tornar feto e nascer novamente no mundo físico.

(Respostas por Marcel Benedeti – Do site Comunidade Espírita)

* * *

“A reencarnação é uma necessidade para a vida espírita como a morte é uma necessidade para a vida corporal.” (Allan Kardec)

“A encarnação não é, pois, um castigo ao espírito, mas um meio de progredir” (Espírito da Verdade)

Link

outubro 2nd, 2013

Amigo para Sempre

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Eu apoiei minha cabeça em sua cama ontem à noite.
Vi que você estava chorando, você teve dificuldades para dormir.
Eu uivei suavemente para você como sempre fazia, e te disse:
“Sou eu, não deixei você, estou bem, estou bem, estou aqui.”

Eu estava perto de você no café da manhã, te vi servir o chá,
Pensava nas muitas vezes que suas mãos me acariciaram.
Eu estava com você nas lojas, seus braços estavam ficando doloridos. Estava doido pra levar seus pacotes, quem me dera poder fazer mais.

Andei com você em direção à nossa casa, vi como você se atrapalhou com as chaves.
Suavemente coloquei minha pata em você, sorri e disse “sou eu”.

Você parecia tão cansado e sentou-se em uma cadeira.
Eu tentei tanto fazer você saber, que eu estava ali.
É possível para mim, estar tão perto de você todos os dias.
Para te dizer com certeza, “Eu nunca fui embora.”
Você sentou-se ali em silêncio e, em seguida, sorriu, acho que você sabia…
No silêncio daquela noite, eu estava muito perto de você.

O quando seu dia for longo… Eu vou sorri ao ver você bocejar
e dizer “boa noite”, Deus abençoe, vou ver você de manhã.”
E quando for a hora certa para você partir…
Eu vou correr pra te receber e te cumprimentar e vamos ficar, lado a lado como um dia já estivemos.

Seja paciente, vive sua jornada… então um dia nos encontraremos…

Eu sou seu cão…partir dessa terra, mas estarei sempre por perto te amei e te amo como nunca…

maio 27th, 2013

Animais: Dor e Reencarnação

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Dor no homem
Passemos a palavra para Léon Denis, em sua obra “Depois da Morte”, Ed., FEB, 1944, Rio de Janeiro/RJ:

“A dor é uma advertência necessária, um estimulante à vontade do homem, pois nos obriga a nos concentrarmos para refletir, e força-nos a domar as paixões. A dor é o caminho do aperfeiçoamento. Física ou moral, é um meio poderoso de desenvolvimento e de progresso. É purificação suprema, é a escola em que se aprendem a paciência, a resignação e todos os deveres austeros. É a fornalha onde se funde o egoísmo em que se dissolve o orgulho.

Animais
Após a edição do livro “ANIMAIS, NOSSOS IRMÃOS”, de nossa autoria, vimos recebendo surpreendente número de cartas de leitores, contendo instigantes perguntas:

- Se animais não têm consciência por que sofrem?
- Animais podem reencarnar nos mesmos lares nos quais eram amados ao morrer?
- Deve-se castrar animais para evitar prole?

Nossas respostas foram:

Dor nas plantas e nos animais
(Com notas do Cap 12 do livro “Animais – Amor e Respeito”, também de nossa autoria):

Em “A Gênese”, de Allan Kardec, Cap XVIII, n° 8, encontramos que plantas e animais são atingidos por enfermidades.

Considerando que as plantas têm sensibilidade, podemos inferir que tal lhes causa sofrimento. Não temos condições de afirmar que sentem dor, apenas podemos constatar que:

- uma árvore cortada perde seiva e morre;
- galhos queimados, definham rapidamente; antes, à simples aproximação do fogo, retraem-se;
- muitas são as pragas que atacam culturas, além de parasitas que causam-lhes danos.

No caso dos animais, não há a menor dúvida que sofrem dor, tanto quanto nós.

Mas aí, não poucas pessoas ponderam:

— Se o homem resgata débitos contraídos por ações equivocadas, afastadas das Leis Morais, como justificar que animais e plantas também sofram? Que culpa lhes pode ser atribuída, se não têm, como nós, inteligência, livre-arbítrio e consciência?

Realmente, eis aqui um aparente contra-senso da natureza. Mas, em verdade, nada há errado nisso.

Quanto aos homens, não padece dúvida de que a Justiça Divina, para que cada ser galgue os degraus do progresso através de responsabilidade e esforço próprios, proporciona-lhes o mecanismo das reencarnações e engendrou o corpo físico suscetível a doenças e dor. Posicionou-os inicialmente em mundos primitivos e dali transfere-os para mundos consentâneos com o progresso individual de cada um.

Doenças são próprias do patamar evolutivo dos planetas atrasados, como a Terra. Ajudam o homem a desenvolver a inteligência, para debelá-las. A dor funciona como poderoso alerta de que algo não vai bem, ritual’>espiritual ou fisicamente se falando.

Além do mais, a Lei de Causa e Efeito, baliza o equilíbrio da Justiça, fazendo retornar à origem, o Bem ou o mal. No caso do mal, ainda pela Bondade Suprema de Deus, o devedor pode ressarcir seu débito através de ações de auxílio ao próximo. Nesse caso, mesmo visitado por sofrimentos, estes já não lhe pesam tanto, eis que a Esperança e a Fé na Justiça do Pai, são poderosos anestésicos, além de potentes energéticos para suplantar dificuldades.

Muito bem.

— E dor nos animais? Não tendo inteligência, livre-arbítrio ou consciência, suas ações, necessariamente instintivas, apenas visam a sobrevivência. E em assim sendo, como lhes imputar culpa e o respectivo resgate?

Partindo da premissa de que Deus é a Perfeição Suprema e o Amor Absoluto, em nenhuma tese’>hipótese poderíamos aventar a menor possibilidade de que isso consista injustiça ou equívoco da natureza.

Outro tem que ser o enfoque.

Aqui, entra em cena a condição esclarecedora do Espiritismo.

Vamos nos demorar mais um pouco nas reflexões sobre a dor, de modo geral:

a. Em “A Gênese”, Cap III, Allan Kardec filosofa com grande profundidade sobre o bem e o mal, analisando detalhadamente sobre instinto e inteligência e, particularmente, sobre a “destruição dos seres vivos uns pelos outros”. No item 21, esclarece que “a verdadeira vida, tanto do animal como do homem, não está no invólucro corporal, do mesmo modo que não está no vestuário. Está no princípio inteligente que preexiste e sobrevive ao corpo”. Aqui, já temos conteúdo suficiente para refletir que danos físicos que destruam a matéria, isto é, dos quais resulte a morte, não destroem o rito’>espírito (naturalmente, revestido do rito’>perispírito, que os animais também os têm, embora de matéria mais rudimentar que a humana).

Prossegue Kardec, agora no item 24: “nos seres inferiores da criação, naqueles a quem ainda falta o senso moral, em os quais a inteligência ainda não substituiu o instinto, a luta é pela satisfação da imperiosa necessidade — a alimentação; lutam unicamente para viver; é nesse primeiro período que a alma se elabora e ensaia para a vida”.

b. O Espírito Emmanuel nos esclarece, de forma a não deixar quaisquer dúvidas, que a dor representa aprendizado, constante da trilha evolutiva de cada ser vivo, rumo à evolução; essa informação é textual, cristalina e não deixa margem a derivações filosóficas. Ei-la:

“Ninguém sofre, de um modo ou de outro, tão-somente para resgatar o preço de alguma coisa. Sofre-se, também, angariando os recursos preciosos para obtê-la.

Assim é que o animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se, tanto quanto o homem atravessa outras tantas longas eras para instruir-se.

Espírito algum obtém elevação ou cultura por osmose, mas sim através de trabalho paciente e intransferível.

O animal igualmente para atingir a auréola da razão deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por integrá-lo na posse definitiva do raciocínio.

Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos no domínios da evolução”. (O REFORMADOR, Junho, 1987 – FEB).

Assim, mesmo que para muitos de nós tal seja penoso aceitar, prudente será refletir muito sobre o tema e sobre o quanto ainda ignoramos das coisas de Deus; alenta-nos considerar, com veemência, que o Pai jamais abandona qualquer dos Seus filhos. Com essa certeza, fica afastada, “ab initio”, que a crueldade que vitima animais seja indiferente à Vida e ao Amor de Deus, presente no infinitamente perfeito Plano da Criação.

c. Juvanir Borges de Souza, em “Tempo de Renovação”, Cap 20, pág. 164, Ed.FEB, 1989, arremata: “para bem compreendermos o papel da dor será necessário situá-la como a grande educadora dos seres vivos, com funções diferentes no vegetal, no animal e no homem, mas sempre como impulsionadora do processo evolutivo, uma das alavancas do progresso do princípio ritual’>espiritual” (grifamos).

Diante das assertivas acima, refletimos:

- animais sofrem para que registrem em sua memória ritual’>espiritual, eterna, que a dor dói, é ruim; assim, ao evoluírem, alcançando a inteligência, já trarão na bagagem cognitiva, que a dor deve ser evitada – a própria, por auto-preservação e a do próximo, por ser esse um dos conselhos de Jesus para a evolução ritual’>espiritual;

- nada nos impede de considerar que a dor, nos animais, completado o aprendizado, não mais se repetirá, sendo muito provável que ao desencarnarem, seja em que condições sejam, o sofrimento é interrompido no ato da encarnação’>desencarnação e sob patrocínio caridoso dos Missionários do Amor Eterno;

- aliás, não cremos que seja necessária mais de uma experiência dolorosa, para fixação do aprendizado; como existem milhares de espécies e milhões de moradas no Universo, há grande probabilidade que os animais percorram muitos desses mundos, em corpos adequados, acumulando experiências;

- como a restauração perispirítica é uma realidade do Plano Maior, nada nos impede também de imaginar que os rito’>perispíritos dos animais, se danificados, ali serão recompostos por Geneticistas Siderais, os mesmos que promovem as modificações tendentes à escala evolutiva da espécie (vide “A Caminho da Luz”, Cap “A Grande Transição”);

- se animais forem “anestesiados” por Espíritos Protetores, na hora do abate, para evitar a dor, ali não ocorreria fixação do aprendizado evolutivo; contudo, nada nos objeta raciocinar que em muitos, muitos casos mesmo, isso ocorra, porém em outras circunstâncias; por exemplo: quando a crueldade humana esteja presente, infligindo sofrimento a animais cujo programa reencarnatório não o previa;

- aos Espíritos que amam os animais, a eles provavelmente é delegada a função de orientar as espécies animais quando no plano ritual’>espiritual e de os proteger, quando no material; neste, fazem-no com abnegação e amor, criando “habitats” e mantendo os ecossistemas; assistindo-os nos momentos difíceis pelos quais passam; consideremos, por exemplo, que quando um predador de grande potencial ofensivo (nunca se esquecer que foram os Promotores da Vida que disso o equiparam…) ataca uma indefesa presa (também de organismo engendrado pelos Guardiões da Vida Eterna), Deus está presente num e noutro animal; pela Lei do Progresso, certamente, no avançar do tempo, os papéis talvez sejam invertidos, após o que, ambos já terão em sua memória ritual’>espiritual tal lembrança (automatismo biológico-ritual’>espiritual); atingindo a razão/inteligência, só cometerão violência por auto-decisão, a bordo do livre-arbítrio; e, a partir do livre-arbítrio, a evolução passa a ser balizada pela Lei de Causa e Efeito – Ação e Reação.

Por oportuno, vejamos alguns trechos das sempre elucidativas instruções de Allan Kardec, Espírito, clareando o assunto, através mensagem contida em “O Diário dos Invisíveis”, psicografada por Zilda Gama (p. 73 a 75 da 1ª Ed., 1927, Editora O Pensamento):

(…) “Bem sabeis que a dor, física e moral, é a lixívia que alveja a alma enodoada do ser consciente e responsável por seus atos; é a lâmpada que a inunda de luz, tornando-a eternamente radiosa. (…)

Se só o homem fosse suscetível à dor e às enfermidades e os irracionais tivessem os organismos imunes ao sofrimento, insensíveis como o aço, romper-se-ia o elo que os vincula pela matéria, que é semelhante em todos os animais. (…)

Os animais, quer os de constituição semelhante à do homem, quem os de organismos imperfeitos, não padecem, como os racionais, unicamente para progredir ritual’>espiritualmente, pois são inconscientes e irresponsáveis, mas Deus, que tudo prevê, não os fez insensíveis à própria defesa e conservação, como meio de serem domesticados, tornando-os úteis às coletividades.

Um cavalo que fosse indiferente à dor seria capaz de precipitar-se, com o cavaleiro, ao primeiro abismo que se lhe deparasse, tentando livrar-se da sela e da carga importuna que lhe tolhem os movimentos, privando-o de viver às soltas pela vastidão dos prados ou à sombra das florestas. Por que recuam, temerosos, ante a ameaça de um calhau ou de uma farpa, um cão ou um touro enfurecido? Com receio do sofrimento que teriam se fossem por eles atingidos (…)

Os irracionais necessitam da dor, para que possam, em estado de liberdade, defender a própria vida, temer as sevícias, sofrear os impulsos ferozes, procurar repouso e alimento, tornar-se menos perigoso ao homem, manter o instinto de conservação, que não teriam, se os seus corpos fossem desprovidos de sensibilidade. O homem progride mais pelos padecimentos morais que pelos físicos; nos irracionais predominam estes sobre aqueles. (…)

A dor é útil aos animais para que os fracos e pequenos se defendam dos fortes e cruéis, procurando esconderijos inacessíveis a seus adversários nas furnas ou nas mais altas frondes”.

 

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maio 27th, 2013

Reencarnação dos Animais

reencarnacaoanimais

 

Reflitamos:

- a reencarnação, como nós espíritas sabemos, é uma das sublimes bênçãos de Deus aos seus filhos – os seres vivos, todos; tal é o ciclo da Evolução, Lei Divina, amplamente exposta por Kardec em O Livro dos Espíritos e praticamente em todos os livros da Doutrina Espírita;

- um dos postulados da reencarnação, para seres humanos, é justamente o esquecimento do passado. Esquecimento, mas jamais perda da individualidade, da personalidade, do caráter;

- os animais, após a desencarnação, segundo Kardec (questão 600 de O Livro dos Espíritos), embora mantendo também sua individualidade, são agrupados e mantidos sob cuidados de Espíritos especializados; neles, a reencarnação não se demora;

- no livro Evolução em Dois Mundos, do autor espiritual André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, encontramos:

“A girencefalia (características do cérebros com circunvoluções, o que se possibilita uma maior área cortical – córtex. Exemplo: o cérebro dos primatas) e a lissencefalia (condição de cérebro sem circunvoluções, o que resulta em uma pequena área cortical), obedecem a tipificações traçadas pelos Orientadores Maiores, no extenso domínio dos vertebrados, preparando o cérebro humano com a estratificação de lentas e múltiplas experiências sobre a vasta classe dos seres vivos.

“À maneira de crianças tenras, internadas em jardim de infância para aprendizes rudimentares, animais nobres desencarnados, a se destacarem dos núcleos de evolução fisiopsíquica em que se agrupam por simbiose, acolhem a intervenção de instrutores celestes em regiões especiais, exercitando os centros nervosos” (capítulo IX, Evolução e Cérebro, páginas 67-68).

“(…) Nomearemos o cão e o macaco, o gato e o elefante, o muar e o cavalo, como elementos de vossa experiência usual mais amplamente dotados de riqueza mental, como introdução ao pensamento contínuo” (capítulo XVIII. Evolução e Destino, página 212).

- quanto aos seres mais evoluídos no reino animal, dentre os quais os cães, símios, bovinos, eqüinos, felinos (gatos, em particular), golfinhos e outros, embora não possamos afirmar com inteira convicção, é muito provável, mas muito tempo, que os criados em ambiente doméstico e que foram amados por seus donos talvez retornem ao convívio deles, num breve tempo após a desencarnação;

- o Amor é a mais sublime vertente do universo; foi por isso que o apóstolo João recitou: “Deus é Amor”! (I João, 4:8).

- Amor é a linguagem universal, entre todos os seres vivos. Fazemos essa citação para analisar que é muito provável que animais recém-desencarnados, embora não tenham condições de se manifestar, certamente recebem as boas vibrações de amor daqueles que os amaram, quando desencarnados;

- registramos, como simples suposição: em casa, temos 99% de suspeitas de que alguns dos nossos gatos(somos “gateiros de carteirinha”, embora minha esposa e meus dois filhos amemos a todos os animais)são a reencarnação de alguns que, conquanto tenham feito a Grande Viagem, deixando profundas marcas de saudade em nossos corações, são sim os mesmos. Pois só quem convive com gatos há 26 anos, como nós, por exemplo, pode perfeitamente avaliar os costumes dos felinos, cada qual tendo seu canto próprio, suas manias, sua linguagem, sua forma de demostrar gratidão, medo, carinho, fome etc.

Em casa, tivemos gatos que conviveram conosco por 14, 15 e até 16 anos. Atualmente (2005), só gatos “jovens” – “Baixinha” com 14 anos, a “Ventania”, com 8, e o “Dominó”, com 6.

Ora, quando um gato, dentre tantos, repete os mesmos gestos e apresenta os mesmos costumes, permitimo-nos conjeturar que pode ser a reencarnação de um daqueles que já havia morado conosco e que procedia exatamente assim.

- assim, dentro do quadro de animais domésticos desencarnados que foram amados por seus donos, sabendo que por pouco tempo permanecem no plano espiritual, embora não possamos afirmar com inteira convicção, é muito provável, mas muito mesmo, que retornem àquele convívio terreno, num breve tempo após a desencarnação. Não sendo improvável, da mesma forma, que se nossa desencarnação for próxima, à deles, talvez possamos encontrá-los no plano espiritual, considerado nosso patamar evolutivo e principalmente nosso merecimento.

- É uma esperança!

 

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abril 11th, 2013

Os Animais Vão Para o Céu?

OsAnimaisVaoParaCeu

 

Há muita discussão entre os teólogos sobre o que acontece com os animais depois que eles morrem, mas esta questão, em particular, é fácil de responder:
Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais, e lhes sucede a mesma coisa; como morre um, assim morre o outro; e todos têm o mesmo fôlego, e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.
Todos vão para um lugar; todos foram feitos do pó, e todos voltarão ao pó.
Eclesiastes 3:19 e 20
A Bíblia é clara em declarar que o que acontece com o homem também acontecerá com os animais, e vice-versa . Mas só saber que os animais vão para o pó assim como o homem não satisfaz nossas inquietações.

As perguntas que ainda restam seriam: Haverá animais no Céu? Os nossos mascotes participarão da ressurreição? Teria algum tipo de redenção para os animais? Essas são perguntas que perturbam os amantes dos animais.

A Bíblia não declara em nenhum momento que os animais estarão na atual morada de Deus, mas claramente demonstra que os mesmos estarão na Terra restaurada e Novo Céu, mas com o comportamento completamente melhorado (Leia Isaías 11:6-9).

Apesar de termos a certeza de termos animais na Nova Terra e Novo Céu (isto porque a Terra será renovada e agora será o trono de Deus, ou seja, Nova Terra e Novo Céu são o mesmo lugar) não sabemos se serão os mesmos animais que nos fizeram companhia um dia. Mas uma certeza temos, Deus ama cada ser de sua criação muito mais do que nós os amamos.

Lembrem-se dos animais da arca, os quais Deus guardou da destruição eminente. A obediente jumenta de Balaão, a qual recebeu de Deus o dom de falar para que se defendesse de seu amo. Lembrem-se também das palavras de Jesus, ao falar que o Pai do Céu alimenta as aves (Mateus 6:26). Deus ama todas as suas criaturas, inclusive a Terra:
E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.
Apocalipse 11:18
A terra foi amaldiçoada por causa do pecado humano (Gênesis 3:17). Ela tem sofrido, juntamente com os animais, os efeitos da maldade humana. Se a mesma irá ser renovada, é bem possível que os animais que sofreram inocentemente também voltem a viver. Melhor ainda, se a Terra irá ser exaltada como Novo Céu, e nós, tristes pecadores, reinaremos juntos com Cristo, os animais que deram sua vida por causa da maldade humana também podem ser renovados e melhorados, não é mesmo?

Acredito que isso seja possível. Acredito que a Bíblia não fala mais claramente sobre isto pois seu maior objetivo é nossa salvação. Talvez Jesus fale para nós quando tratamos desse assunto assim como ele falou com Pedro a respeito de João:
Por que te importa o que farei com estes animais? Segue-me tu. Não confias em mim? Não são eles minhas criaturas? Será que você daria melhor destino a eles do que Eu posso dar? Segue-me tu.
João 21:22 [parafraseado para a situação]

Escrito por João Batista em Ecos da Fé

AMO PATINHAS

agosto 20th, 2012

Animais no Mundo Espiritual

 

Em algumas cenas do filme NOSSO LAR, nossa atenção é atraída pela presença de animais, principalmente aves e cães. No livro, André Luiz cita, sobre o período de oito anos em que passou no Umbral, que “não raro, era imprescindível ocultar-me das enormes manadas de seres animalescos”.

No capítulo 33, ele relata: “Seis grandes carros, formato diligência, precedidos de matilhas de cães alegres e bulhentos, eram tirados por animais que, mesmo de longe, me pareceram iguais aos muares terrestres. Mas a nota mais interessante era os grandes bandos de aves, de corpo volumoso, que voavam a curta distância, acima dos carros, produzindo ruídos singulares”.

Ao questionar sobre a necessidade de utilizar tais animais, quando já se dispunha de recursos mais avançados no plano espiritual, André é esclarecido por Narcisa que tudo se deve a uma questão de densidade da matéria, observando que naquelas regiões densas que penetraram, o uso da colaboração dos animais era imprescindível: “- Os cães facilitam o trabalho, os muares suportam cargas pacientemente e fornecem calor nas zonas onde se faça necessário; e aquelas aves – acrescentou, indicando-as no espaço -, que denominamos íbis viajores, são excelentes auxiliares dos Samaritanos, por devorarem as formas mentais odiosas e perversas, entrando em luta franca com as trevas umbralinas”.

Em O Livro dos Espíritos, nas questões 592 a 610, Allan Kardec dirige aos Espíritos algumas dúvidas a respeito da alma dos animais. Através delas, tomamos conhecimento que os animais possuem uma inteligência, um princípio também independente da matéria, que lhe sobrevive ao corpo, ou seja, uma alma, ainda que diferente do homem, em seu caráter evolutivo.

Inquiridos se os animais seguem uma lei progressiva, como os homens, os Espíritos respondem que “Sim, e é por isso que nos mundo superiores, onde os homens são mais avançados, os animais o são também, tendo meios de comunicação mais desenvolvidos. Mas eles são sempre inferiores e submissos ao homem; são para ele servidores inteligentes”. E, mais adiante, acrescentam: “É nesses seres, que estais longe de conhecer totalmente, que o princípio inteligente se elabora, se individualiza pouco a pouco e ensaia para a vida, como dissemos. É, de alguma sorte, um trabalho preparatório, como o da germinação, em seguida ao qual o princípio inteligente sofre uma transformação e se torna Espírito. É então que começa para ele o período de humanidade…”

Repetidas vezes somos informados que a vida nesta dimensão espiritual, onde está inserida a colônia espiritual NOSSO LAR e a região umbralina, mais próxima da Terra, guarda grandes semelhanças com a vida em nosso planeta. O mundo material é um reflexo das regiões celestes. Os princípios que animam a vida em nosso orbe, delas se originam e a elas retornam.

Os animais que, ao longo dos milênios, tem ajudado ao Homem, para a sua sobrevivência e crescimento – ainda que sob maus tratos e mortes cruéis – continuam nossos companheiros em outros mundos, também se preparando para a própria evolução, a exemplo de nós próprios, em outros momentos de nossa existência imortal. A Vida se desdobra em vários planos, em diferentes níveis vibratórios, sempre abençoada em suas manifestações pelo Grande Arquiteto do Universo.

 

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